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Como saber a hora de usar aparelho auditivo

  • Segunda, 08 Junho 2020 11:39
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Cristina Freitas
  • SEGS.com.br - Categoria: Saúde
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A partir dos 50 anos, muitas pessoas já começam a sentir dificuldades para ouvir mas relutam em procurar a orientação de um especialista.

O envelhecimento é um dos fatores que provoca a perda auditiva. Isso ocorre porque as células ciliadas do ouvido, responsáveis pela audição, vão morrendo com o passar do tempo e a situação piora a partir dos 50 anos.

O processo de perda de audição fica mais acelerado na Terceira Idade. É o que os especialistas chamam de Presbiacusia. No entanto, o distúrbio vem atingindo cada vez mais a população jovem e adulta. Com a exposição prolongada a sons muito altos, principalmente por causa do hábito de ouvir música em fones de ouvido, os brasileiros estão desenvolvendo perda auditiva mais cedo. Se o seu amigo está ao seu lado com fone de ouvido e, mesmo assim, você consegue escutar a música que ele está ouvindo, chama a atenção dele!

Como a expectativa de vida dos brasileiros vem aumentando a cada ano e o processo de perda auditiva está mais acelerado - atingindo até mesmo adultos com vida profissional intensa por causa da overdose de barulho na sociedade atual -, é importante ficar atento e se cuidar o quanto antes para manter a comunicação com familiares, amigos e colegas de trabalho.

"Alguns indivíduos perdem a audição mais cedo que outros, mas é a partir dos 50 anos, na maior parte das vezes, que as pessoas começam a observar as primeiras dificuldades para ouvir. A partir dos 60 anos, o quadro tende a se agravar. Por isso, é importante buscar ajuda aos primeiros sinais de incômodo", explica a Fonoaudióloga Marcella Vidal, da Telex Soluções Auditivas.

Dados da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia apontam que as pessoas demoram cerca de sete anos para procurar um especialista após perceberem algum dano à audição e ainda levam mais dois anos para escolher um tratamento. Estudos da entidade comprovaram que quem precisa e não usa aparelho auditivo tem, frequentemente, grande dificuldade de participar de atividades sociais, principalmente no ambiente familiar. Isso pode provocar efeitos psicológicos negativos, como isolamento, insegurança, tristeza, irritação, medo e até depressão. Além disso, pessoas com perda de audição não tratada apresentam, em geral, mais problemas físicos do que as que usam aparelho, como cansaço, fraqueza, dor de cabeça, vertigem, tensão muscular, estresse, falta de apetite e insônia.

"Fica aqui o nosso alerta para a importância de se buscar o quanto antes a orientação de um médico otorrinolaringologista. Ele vai verificar o tipo e o grau de perda auditiva e indicar o melhor tratamento. Na maioria dos casos, o uso de aparelho auditivo melhora a condição auditiva do indivíduo", ressalta a Fonoaudióloga da Telex.

Nos Estados Unidos, a pesquisa MarkeTrak revelou que 88% dos usuários de aparelhos auditivos afirmaram que a qualidade de vida deles melhorou depois do uso das próteses. Na Europa, a pesquisa EuroTrak, feita na Alemanha, Reino Unido, França, Itália, Polônia, Países Baixos, Suiça e Dinamarca, mostrou que 82% dos usuários também disseram ter tido maior qualidade de vida. E no Japão, a pesquisa JapanTrak chegou a um índice de satisfação de 85% entre usuários de aparelhos auditivos.

Antigamente, quem tinha problemas de audição usava aparelhos enormes nos ouvidos que causavam constrangimento. Por isso, muitos resistiam e preferiam ficar sem ouvir. Mas atualmente, com a evolução tecnológica, os aparelhos auditivos têm tanta tecnologia quanto os celulares e são bem discretos. Muitas vezes, as pessoas em volta nem notam o aparelho. Ninguém mais precisa sofrer com situações incômodas porque não ouve bem. As modernas próteses resgatam os sons e permitem que se viva com mais alegria e disposição.

Vantagens do uso de aparelho auditivo

- Melhoria nos relacionamentos com a família e amigos;
- Maior bem-estar físico e mental;
- Melhoria do foco e concentração;
- Sentir-se mais independente e seguro;
- Menor sensação de cansaço;
- Mais disposição e confiança para participar de reuniões sociais;
- Ser mais produtivo no trabalho.


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