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Inflação 2024 se aproxima dos 4% e pode gerar maior desconfiança aos empresários sobre o futuro, aponta economista

  • Quarta, 26 Junho 2024 18:54
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Leila Peres
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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Fabio Ongaro, também CEO da Energy Group e vice-presidente de finanças da Câmara de Comércio Italiana de São Paulo, ressalta que a estabilidade econômica e a confiança dos agentes de mercado são cruciais para garantir a inflação dentro da meta.

De acordo com dados divulgados nesta segunda-feira, 24 de junho, pela pesquisa Focus do Banco Central, a expectativa do mercado é de alta na inflação, com elevação do IPCA a 3,98% em 2024 e 3,85% em 2025. Para o economista Fabio Ongaro, também CEO da Energy Group e Vice-presidente de Finanças da Italcam, essa aproximação dos 4% neste ano pode gerar maior desconfiança aos empresários, com um possível equilíbrio somente no próximo ano.

O economista explica que esse nível de inflação tem implicações significativas para a política monetária, o poder de compra dos consumidores, os investimentos e o setor empresarial. “A estabilidade econômica e a confiança dos agentes de mercado são cruciais para garantir que a inflação se mantenha dentro da meta, promovendo um ambiente favorável ao crescimento econômico sustentável”, ressalta Ongaro.

O CEO da Energy Group e VP de Finanças da Italcam acrescenta ainda que, no âmbito empresarial, a inflação afeta os custos de produção das empresas, incluindo matérias-primas, energia e mão de obra, que podem ser repassados aos consumidores, impactando nos preços finais dos produtos e serviços. “O cenário leva as companhias à necessidade de ajustes nas estratégias de preços, salários e investimentos com base nas expectativas de inflação. Uma previsão de inflação estável permite um planejamento mais eficaz e reduz a incerteza”, comenta o economista Ongaro.

Ele conclui que “o cenário gera aos empresários uma maior desconfiança sobre o futuro, talvez ainda liderada pela sensação de descontrole sobre os gastos públicos internos”, conclui o CEO da Energy Group e VP de Finanças da Italcam.


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