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Alinhado às novas tendências de meios de pagamento, Pix corporativo transforma gestão de despesas empresariais

  • Terça, 28 Mai 2024 18:12
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Marina Martini
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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Imagem: Freepik

Na Paytrack, especializada em gestão de despesas e viagens corporativas, milhares de transações já foram realizadas via Pix corporativo desde o lançamento da funcionalidade

O Pix trouxe uma verdadeira revolução para o sistema de pagamentos no Brasil: antes dele, transferências de dinheiro costumavam ser demoradas, com transações interbancárias podendo levar alguns dias para serem concluídas, especialmente em finais de semana e feriados. Com a introdução do Pix, esse processo se tornou instantâneo, disponível 24 horas por dia, sete dias por semana, inclusive em feriados. Em três anos de operação, foram feitas mais de 66,5 bilhões de transações usando Pix no Brasil, movimentando mais de R$ 29 trilhões, segundo informações do Banco Central do Brasil.

Em 2024, o Pix segue em alta, impulsionado pela democratização da tecnologia: no Brasil, 81% da população com mais de 10 anos de idade tem internet em casa, e mais de 160 milhões de pessoas são usuárias de smartphones. E não são apenas as pessoas físicas que se beneficiam: em 2025, a projeção é que até 50% das transações de pagamentos das grandes empresas serão feitas via Pix, segundo matéria recente publicada no site Finsiders. Na plataforma da Paytrack, empresa especializada em gestão de despesas e viagens corporativas, que oferece o Pix corporativo como meio de pagamento aos usuários, o uso dessa opção aumentou 28 vezes no primeiro trimestre de 2024 em relação ao mesmo período de 2023, um crescimento de milhões em valores movimentados.

O Pix corporativo não apenas agiliza as transferências financeiras - especialmente em situações de emergência -, mas também oferece uma série de benefícios adicionais às empresas. O principal deles é a redução significativa de custos operacionais: como muitos bancos e instituições financeiras oferecem o serviço gratuitamente, as empresas economizam em taxas de transferência, o que aumenta a eficiência financeira das companhias e libera recursos para investimento em outras áreas do negócio.

Outro ponto positivo do Pix corporativo é a contribuição para a redução da circulação de dinheiro em espécie: ao facilitar as transações eletrônicas, o Pix diminui a necessidade de lidar com dinheiro físico, o que, por sua vez, ajuda a reduzir os riscos relacionados ao roubo e à falsificação de notas. O Pix também estimula a competição e a inovação no mercado financeiro, incentivando as empresas a desenvolverem ou adotarem novas tecnologias e processos para melhorar seus sistemas de pagamentos e gestão financeira. Essa busca pela excelência beneficia não apenas as empresas, mas também os colaboradores e os consumidores, que passam a ter acesso a serviços mais eficientes e inovadores.

Na Paytrack, o Pix corporativo foi lançado no final de 2022; e, desde então, mais de 50 mil transações já foram realizadas por esse meio de pagamento dentro da plataforma. “Esse recurso proporciona aos usuários uma experiência simplificada de pagamento, inclusive para despesas de viagens corporativas, por meio da Carteira Digital da Paytrack”, explica Edson Gonçalves, Cofundador e VP de Produto da empresa. “Por exemplo, se um colaborador precisa pagar uma despesa de transporte, ele abre o aplicativo da Paytrack, seleciona o Pix como forma de pagamento, aponta a câmera para o QR Code, e realiza a transação. O valor sai direto da conta da empresa.”

Edson lista ainda outras funcionalidades importantes do pix corporativo, como o bloqueio cautelar. “O bloqueio cautelar funciona como uma medida protetiva contra fraudes criada pelo Banco Central, através de um mecanismo automático”, detalha. “Caso o Pix constate alguma transação incomum, o dinheiro é automaticamente estornado para a conta de origem. A pessoa responsável pela transação é notificada, e a opção de efetuar novamente a transferência se mantém congelada por 72 horas para análise; mesmo que outras transferências sejam permitidas ao longo desse período.”

“Outra vantagem diz respeito às operações de reembolso, que costumam tomar bastante tempo do backoffice, por necessitar de conferência de documentos e processos muitas vezes burocráticos”, observa Edson.

Pix Corporativo: manual de instruções

Para adotar o Pix Corporativo, é necessário que a empresa tenha um CNPJ ou carteira digital vinculada a uma instituição financeira. Com essa modalidade de pagamento, é possível realizar transações entre empresas, órgãos governamentais e até mesmo entre pessoas físicas e jurídicas.

A incidência das taxas aplicadas ao Pix corporativo varia conforme critérios estabelecidos pela instituição financeira responsável: o Banco Central concedeu às instituições autonomia para definir suas próprias taxas, desde que estejam em conformidade com a legislação vigente. Essas taxas são aplicadas em situações como transferências entre pessoas físicas e jurídicas, entre pessoas jurídicas, em vendas em que o pagador é uma pessoa física, e quando uma empresa utiliza serviços como transação de pagamento, QR Code estático ou dinâmico, ou possui todas as informações do recebedor. Microempreendedores e Empreendedores Individuais também podem estar sujeitos a tarifas, seguindo as normas estabelecidas para pessoas físicas.

Transações sem dinheiro devem seguir crescendo na América Latina

Ao escolher os meios de pagamento adequados, as empresas precisam considerar aspectos como a segurança e a confiabilidade das operações, a facilidade de controle pelo departamento financeiro, e a experiência de uso pelos colaboradores. Os meios de pagamentos corporativos demandam uma gestão criteriosa devido às políticas da companhia, compliance e necessidade de conter possíveis fraudes no ambiente empresarial.

Segundo Edson Gonçalves, da Paytrack, a integração do Pix corporativo às práticas de gestão financeira e digitalização das despesas corporativas reflete uma transformação importante impulsionada pela tecnologia no setor empresarial. “A evolução dessas práticas acompanha as tendências que percebemos como emergentes em relação aos pagamentos corporativos”, aponta.

Recentemente, o relatório O Futuro Digital das Finanças, do Gartner Group, indicou que 69% dos líderes empresariais estão acelerando suas iniciativas de digitalização, e esperam uma transformação significativa em seus setores até 2026. A consultoria PwC, por sua vez, prevê um aumento de mais de 52% nas transações sem dinheiro em espécie na América Latina até 2025. “Tudo isso reforça a consolidação das tendências para os meios de pagamento corporativos na economia digital”, conclui Edson. “Essas mudanças trazem benefícios ao possibilitar uma integração eficiente entre todas as etapas de gestão das despesas empresariais, destacando a importância da digitalização e da adoção de tecnologias inovadoras no cenário financeiro das empresas.”


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