SEGS Portal Nacional

Economia

Legaltechs: Alto índice de inadimplência impulsionam serviços de gestão de risco de crédito no Brasil

  • Quinta, 24 Fevereiro 2022 18:21
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Engenharia de Comunicação - Assessoria LEME
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
  • Imprimir

Pixabay

Instrumentos de análise do cliente são ferramentas de prevenção para a estabilidade do negócio

O nível médio de endividamento dos brasileiros em 2021 bateu recorde, quando comparado aos últimos 11 anos, alcançando o patamar histórico de 76,3% do total de famílias com dívidas. Esses dados, da Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), divulgada no dia 18 de janeiro pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), refletem o dia a dia das empresas, mas que não precisam correr riscos desnecessários relacionados à inadimplência, afinal, como muitos empresários e gestores bem sabem, o fluxo de caixa é o que mantém a vitalidade, do ponto de vista econômico, do negócio. Se está positivo, é sinal que as coisas caminham no rumo certo e que é possível honrar os compromissos e ter lucro. Quando o fluxo é negativo, o que pode ocorrer até mesmo com vendas e prestações de serviços elevadas, algumas medidas precisam ser tomadas para restabelecer a saúde do estabelecimento.

Na prática, pior do que não vender é vender e não receber. “Por isso é fundamental que as organizações – pequenas, médias ou grandes – gerenciem de perto os fluxos de caixa, observando, principalmente, eventual impacto de uma mudança no volume de clientes inadimplentes, evitando possíveis ameaças”, alerta Guilherme Cortez, coordenador de investigação da Leme Inteligência Forense, enaltecendo que a análise de risco de crédito, somada ao planejamento e ao controle sobre as finanças, é a ferramenta mais importante para manter o negócio longe das dívidas de clientes.

Guilherme Cortez, coordenador de investigações da Leme Inteligência Forense (Foto: Bryan Poncio)

Tudo porque, explica o especialista, a “intuição” não é, nem de longe, uma atitude eficaz e segura na hora de conceder crédito, principalmente na conjuntura atual, com inflação e juros em alta e a economia do país oscilando frequentemente em razão de decisões políticas e movimentos governamentais. Por outro lado, como em qualquer processo de concessão de crédito, é fundamental uma pesquisa criteriosa de extensas listas de documentos, que devem ser resgatados em diferentes órgãos expedidores, o que demanda trabalho e muito tempo do time de backoffice. “E isso, além de um processo lento e burocrático, pode perfeitamente vir acompanhado de erros e equívocos humanos”, pontua Cortez.

Para agravar ainda mais a situação, não são poucos os negócios que priorizam a quantidade do crédito, em vez da qualidade. “Ocorre que negociar dívidas nunca foi e nunca será uma tarefa simples. E a experiência mostra que quanto maior o tempo de atraso de quitação do pagamento, menores são as chances, para a empresa, de conseguir receber o dinheiro porque as multas e os juros ampliam o valor original do déficit, deixando a conta para lá de elevada, e o inadimplente, muitas vezes, desconsidera a existência daquela obrigação e perde o interesse em quitar os valores devidos”.

Então, para escapar desses riscos que envolvem a inadimplência, o ideal é que as empresas priorizem uma carteira reduzida de clientes bons pagadores ante uma grande quantidade, que dará aquela dor de cabeça para pagar. “É como ensina dois ditados populares: ‘mais vale um pássaro na mão do que dois voando’ e ‘prevenir é o melhor remédio’”, recorda coordenador de investigação da Leme Inteligência Forense, recomendando, por fim, uma gestão profissional acerca do assunto, e que, de preferência, conte com instrumentos de análise, que se utilizam de critérios técnicos estudando o histórico do cliente e seu perfil de consumo – uma atitude de precaução fundamental para a estabilidade do negócio.

Saiba mais:

A Leme Inteligência Forense está há mais de 10 anos no mercado nacional oferecendo relatórios completos para o apoio de crédito e cobrança, ofertando ao usuário de sistemas em nuvem uma análise consciente dos riscos. Ao investir neste tipo de solução, que utiliza mecanismos da inteligência artificial que vão além de uma simples consulta, a empresa está qualificando o seu poder de decisão e atribuindo valor à sua segurança financeira e operacional, avançando, assim, para ter uma visão mais ampla do mercado, dos clientes e, até mesmo, dos fornecedores que atuam em parceria com o negócio.


Compartilhe:: Participe do GRUPO SEGS - PORTAL NACIONAL no FACEBOOK...:
 

<::::::::::::::::::::>

 

+ECONOMIA ::

Abr 24, 2026 Economia

O conforto da renda fixa custa caro ao investidor de…

Abr 23, 2026 Economia

Geração Z lidera intenção de compra de imóveis no Brasil

Abr 22, 2026 Economia

Investimentos no exterior exigem atenção redobrada na…

Abr 17, 2026 Economia

Erro na declaração de imóveis no Imposto de Renda pode…

Abr 15, 2026 Economia

Importação antecipada redefine estratégia do varejo…

Abr 15, 2026 Economia

Stablecoins e empresas: uma love story

Abr 14, 2026 Economia

Dívida das famílias atinge 49,7% da renda e limita…

Abr 13, 2026 Economia

Novas regras devem simplificar a regularização de…

Abr 10, 2026 Economia

CVM acolhe pedido da OnilX para definir que efeitos de…

Abr 09, 2026 Economia

IR 2026 já está em andamento: por que empresários no…

Abr 08, 2026 Economia

O que explica a alta da Bolsa mesmo com a guerra?

Abr 07, 2026 Economia

Faturamento alto e lucro baixo expõe falhas na gestão…

Abr 06, 2026 Economia

Homens devem 30% a mais que as mulheres , mostra índice

Abr 02, 2026 Economia

Compra do primeiro imóvel deve movimentar R$ 375…

Abr 01, 2026 Economia

Valorização de 6,52% em 2025, preço dos imóveis no…

Mar 31, 2026 Economia

Crédito com garantia de imóvel avança e atrai novos…

Mais ECONOMIA>>

Copyright ©2026 SEGS Portal Nacional de Seguros, Saúde, Info, Ti, Educação


main version