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Diário Econômico - Banco Original

  • Sexta, 21 Janeiro 2022 10:26
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Diário Econômico

O Diário de hoje comenta a abertura positiva do futuro do Ibovespa, que “surfa” o viés de ontem. Na política, Bolsonaro afirmou que deixaria o reajuste do funcionalismo para o ano que vêm [2023] enquanto pode seguir em frente com o aumento aos policiais.

Comentário Original

Marco A. Caruso | Lisandra Barbero | Eduardo Vilarim

Mercados. Viés positivo de ontem se mantem nessa manhã. Se ontem vimos as moedas e as commodities com bom desempenho, hoje o destaque mais claro fica com as bolsas. Para o Ibovespa, e pequena queda do petróleo é compensada por mais uma rodada de valorização do minério de ferro.

A China voltou a cortar juros de 1 e 5 anos, trazendo uma ajuda extra aos tomadores de hipoteca e pequenas empresas. Já discutimos aqui, mas é interessante perceber mais uma vez como a China está um passo à frente no ciclo econômico, podendo iniciar um ciclo de corte de juros. Aos poucos, o país vai se tornando um risco macro menor.

O Brasil foi mais um dia de destaque positivo ontem. Descolamentos como o de ontem entre o Ibovespa em dólares (+3,5%) e o S&P 500 (-1,0%) são razoavelmente incomuns (menos de 2% das vezes nas últimas 2 décadas). A principal defesa dos nossos ativos é o tamanho da deterioração que já sofreram ano passado, o que poderia enfraquecer o movimento passado o fluxo/ajuste, mas é justo destacar a força das nossas commodities nesse começo de ano.

Mas, se parte da nossa melhora vem daí, então a nossa renda fixa poderia sofrer conforme a inflação volta a surpreender para cima. A valorização do câmbio vai compensar as commodities aos olhos da inflação? A ver.

Pressão sobre veto. Jair Bolsonaro estaria sofrendo pressões do Congresso a não vetar R$ 3,7 bilhões em emendas parlamentares no Orçamento de 2022. Segundo uma notícia exclusiva do Broadcast, o governo estaria tentando recompor as despesas com o pagamento de pessoal cortando emendas de comissão (RP-8), já que não pode mexer nas RP-9 blindadas pelo Planalto, as emendas “secretas” do relator (R$ 16,5 bi).

Reajuste de policiais. Bolsonaro também afirmou ontem em entrevista à Jovem Pan que pode garantir o reajuste salarial apenas para policiais federais, rodoviários federais e agentes penitenciários (R$ 1,74 bilhão). Quando perguntado sobre o aumento salarial para as demais categorias do funcionalismo, como os servidores, o presidente prometeu um aumento em 2023, reconhecendo que eles “merecem reajuste, [mas] não tem folga no orçamento para corrente ano [2023]. Por ocasião da feitura do mesmo, os servidores serão contemplados com reajuste salarial merecido”, conforme transcreveu a Folha.

Líder do Senado. Conforme apontado hoje no Valor, um dos principais aliados de Rodrigo Pacheco, Alexandre da Silveira, foi conviado para assumir a vaga de líder do governo do presidente Jair Bolsonaro no Senado. Segundo fontes, Silveira tende a aceitar a função, mas o PSD, que pretende se opor a Bolsonaro, pode travar o acordo.

ICMS. Em mais um impasse sobre o ICMS, cada estado acabará decidindo individualmente se descongelarão ou não o valor do tributo. Após votação na semana apssada em que a maioria dos secretários da Fazenda decidiu pelo descongelamento, alguns mudaram de posição e hoje o placar parcial é de 13 a 13, conforme destaca o Valor. O tema foi transformado em motivo de embate entre governadores após Bolsonaro indicar que o valor do ICMS foi o responsável pela inflação dos combustíveis.

RRF do Rio. O Ministério da Economia afirmou que pode incluir o Rio de Janeiro no Regime de Recuperação Fiscal caso o estado reveja a concessão de reajustes para servidores prevista no plano inicial apresentado para o governo, que considerava reajustes de 5,8% em 2022, 3,5% em 2023, 3,25% em 2024 e 3% ao ano entre 2025 e 2030. O governador Claúdio Castro acertou com Guedes um prazo de 15 dias para as equipes técnicas do Ministério da Economia e do governo do Rio discutirem detalhes do equilíbrio de contas do estado

Fundo Eleitoral. A Advogacia-Geral da União (AGU) defendeu a manutenção do “fundão eleitoral” (R$ 5,7 bilhões) no Supremo contra uma ação apresentada pelo partivo Novo.


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