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IGMI-R ABECIP registra o sexto mês consecutivo de aceleração nos preços dos imóveis residenciais

  • Terça, 23 Novembro 2021 09:25
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  IGMI-R
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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Apesar de uma ligeira desaceleração no resultado do IGMI-R/ABECIP em outubro (1,54% ante 1,76% no mês anterior), a variação acumulada em 12 meses avançou 15,05% no mês (contra 13,81% em setembro), registrando o sexto mês consecutivo de acelerações sob essa perspectiva.

Entre as dez capitais analisadas, Belo Horizonte, Fortaleza, Recife, Curitiba e Porto Alegre mostraram variações positivas em outubro superiores às de setembro, enquanto as demais capitais tiveram desacelerações no resultado mensal. No entanto, todas as capitais reproduziram o resultado nacional de aceleração sob a perspectiva dos resultados acumulados em 12 meses.

São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre e Brasília tiveram ganhos reais nas variações dos preços dos imóveis residenciais em 12 meses, tomando o IPCA/IBGE no período como base de comparação. Por sua vez, Salvador, Goiânia, Belo Horizonte, Fortaleza e Recife sofreram reduções em termos reais dos preços de seus imóveis residenciais no período.

Essas desigualdades regionais refletem uma falta de tendência clara para o comportamento dos preços dos imóveis residenciais, dentro de um contexto em que a própria recuperação do nível de atividade geral da economia mostra sinais de desaceleração nos últimos meses do ano. Tomando como base os sentimentos dos empresários do setor de edificações residenciais tais como captados pela Sondagem da Construção Civil do IBRE/FGV, os sinais mais recentes com relação ao futuro são contraditórios. Como mostra o gráfico abaixo, enquanto a percepção de Demanda Prevista para os próximos 3 meses voltou a variar positivamente em outubro após cair em setembro, a percepção de Tendência Geral dos Negócios para os próximos 6 meses apresentou em outubro a terceira queda mensal consecutiva.

Apesar da intensificação recente dos movimentos da política monetária, as condições de financiamento ainda podem ser consideradas favoráveis no contexto histórico, alavancando a demanda por imóveis residenciais. O aumento da incerteza decorrente dos desafios fiscais e as pressões de custos do setor continuam impondo desafios para uma trajetória mais consistente da evolução dos preços do setor ao longo de todas as capitais nos próximos meses.


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