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Após Aumento da Inflação, Especialista Alerta Sobre a Perda do Controle do Cartão de Crédito

Educadora em finanças pessoais apresenta 3 dicas para evitar o descontrole do cartão de crédito

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), a inflação oficial do país, ficou em 0,83% em maio, 0,52 ponto percentual acima da taxa de 0,31% registrada em abril, conforme divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o maior resultado para um mês de maio desde 1996. O acumulado no ano foi de 3,22%, e o dos últimos 12 meses, de 8,06%, acima dos 6,76% registrados nos 12 meses imediatamente anteriores", informou o IBGE. A inflação de Alimentação e bebidas teve um dos maiores aumentos ( 0,44%).

A educadora em finanças pessoais, Carol Stange, explica que uma combinação de fatores, entre inflação, aumento do juros do rotativo do cartão de crédito que ocorreu em abril e o desemprego pode deixar muitas pessoas ainda mais endividadas no futuro, principalmente no cartão de crédito, que em muitos casos é uma alternativa de compra utilizada quando a renda mensal diminui.

Stange explica que com a queda da renda de muitas famílias, o cartão de crédito tem sido utilizado cada vez mais para a compra de alimentos e outros itens básicos. “Em muitos casos, o resultado é a perda do controle de cartão de crédito. As taxas e juros cobrados pelo uso do cartão de crédito, em caso de atrasos, podem chegar a 400% ao ano, cenário que pode transformar a dívida na famosa bola de neve, onde os juros cobrados vão se acumulado e fazem com que a dívida cresça exponencialmente.

Mas, se os gastos com cartão de crédito saíram do controle e o estrago já aconteceu, é sair dessa com os menores danos possíveis. A seguir, confira 3 dicas para evitar essa situação de descontrole do cartão de crédito

Passo 1: Levante os valores devidos (com e sem os juros cobrados pela instituição)

Chegou o momento de conhecer o valor total da dívida, com e sem os juros cobrados. Essa etapa é super importante para abrir portas para o sucesso da negociação, afinal, só será possível propor ou aceitar boas propostas se houver conhecimento do cenário real. Se há dívidas em mais de um cartão, sugiro um levantamento para cada um dos cartões e a união de todos os números em um único documento.

Passo 2: Defina um valor mensal factível para pagar essa dívida

Não vai adiantar tentar negociar com o banco ou instituição financeira sem saber exatamente quanto é possível destinar para esse fim. Muita gente fica ansiosa ao ter dívidas e acaba aceitando na negociação, parcelas que comprometem de forma sacrificante o orçamento, e o resultado é um novo endividamento. Tenha consciência de que, sem o conhecimento da real capacidade de pagamento (considerando todos os outros gastos e inclusive prevendo alguns imprevistos), a solução será fugaz.

Passo 3: Procure o banco ou a instituição

A empresa tem interesse em receber e você tem interesse em sair dessa dívida, portanto, nada impede que você procure a instituição para conhecer as condições de negociação. Quase ninguém sabe, mas é possível conseguir carência de 180 dias para o primeiro pagamento, desconto no valor total e parcelamento do montante sem juros. Tudo depende da forma como será conduzida a negociação. Lembre-se do valor mensal disponível para pagamento (passo 2) e se mantenha firme nesse número. Se a instituição não aceitar sua proposta, ou se as condições não forem as melhores para o seu bolso, encerre a conversa e analise os dois possíveis cenários:

Se você pode esperar por propostas melhores do banco ou instituição financeira e não terá problemas em ter seu nome incluído nos órgãos de restrição ao crédito: atenda as ligações da central de negociação de dívidas das empresas e acompanhe a evolução das negociações até receber uma proposta condizente com seus termos, ou aguarde os feirões de negociação de dívidas.

Se você precisa urgentemente quitar essa dívida porque não pode ter o nome registrado no SPC e Serasa, vai ter o seu score impactado negativamente ou enfrentar problemas com fornecedores no seu negócio próprio, por exemplo: procure por linhas de crédito mais baratas para quitar o cartão de crédito à vista. As empresas de recuperação de crédito e de crédito consignado podem ser boas opções para esse caso. Lembre-se de pesquisar a reputação da empresa e tirar referências em sites como Procon, Reclame Aqui e fóruns de debate específicos para esse assunto.

SOBRE CAROL STANGE (https://carolstange.com.br) – Ao longo dos seus 15 anos de experiência na orientação de amigos e clientes sobre finanças pessoais. Carol Stange já prestou auxílio, consultoria e cursos (presencial e online) para em torno de 1,5 mil pessoas, inclusive ministrando cursos para a formação de outros Educadores Financeiros. É colunista sobre finanças pessoais dos veículos Guia Bolso, Cobizz, Revista Em Condomínios (maior mídia regional do país) e do blog empresarial Paketá Crédito. É também multiplicadora do programa de educação financeira "Eu e meu dinheiro" do Banco Central. Atua como consultora de economia doméstica no programa Mulheres da TV Gazeta.

É criadora da marca “Como enriquecer seu Filho”, com a produção de conteúdo voltado para pais que desejam educar seus filhos através de conceitos práticos de educação financeira, e de conteúdos para jovens e crianças, que podem ser utilizados nas escolas. É certificada internacionalmente pelo ICF (Instituto Coach Financeiro) com Especialização em Planejamento Financeiro Pessoal pela GFAI (Academia de Planejamentos Financeiros). É formada em administração de empresas pela PUC – PR, cursou MBA em Gestão Empresarial pela UEL/MEB e MBA em marketing pela PUC -SP.


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