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Preço médio de aluguel interrompe sequência de altas com estabilidade em março

  • Quinta, 15 Abril 2021 12:12
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Máquina Cohn & Wolfe
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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Índice acumula alta de 0,47% no 1º trimestre, em contraste à inflação medida pelo IPCA (+2,05%) e pelo IGP-M (+8,26%)

■ Análise do último mês: o Índice FipeZap de Locação Residencial, que acompanha o comportamento do preço médio do aluguel de apartamentos prontos em 25 cidades brasileiras, encerrou março de 2021 praticamente estável (+0,02%), após registrar altas em dezembro de 2020 (+0,43%), janeiro de 2021 (+0,21%) e fevereiro de 2021 (+0,24%). Comparativamente, a variação do índice no último mês foi superada pela inflação registrada pelo IPCA/IBGE (+0,93%) e pelo IGP-M/FGV (+2,94%) no período, resultando em queda real do preço médio do aluguel residencial. Individualmente, o comportamento do Índice FipeZap de Locação Residencial em março refletiu o o avanço registrado na maior parte das capitais monitoradas - entre as quais: Curitiba (+1,23%), Florianópolis (+0,88%), Brasília (+0,58%), Recife (+0,55%), Salvador (+0,39%) e Rio de Janeiro (+0,18%) - e o recuo observado em outras: Goiânia (-1,43%), Porto Alegre (+0,66%) e, principalmente, São Paulo (-0,39%).

■ Balanço parcial de 2021: ao final do primeiro trimestre de 2021, o Índice FipeZap de Locação Residencial acumula uma alta de 0,47%, resultado que mantém o comportamento do preço médio do aluguel residencial abaixo da inflação medida pelo IPCA/IBGE (+2,05%) e pelo IGP-M/FGV (+8,26%) no mesmo recorte temporal.

■ Análise do acumulado em 12 meses: o Índice FipeZap de Locação Residencial acumula uma alta de 1,05% nos últimos 12 meses encerrados em março de 2021 -resultado que mantém a variação do preço médio do aluguel, também neste horizonte, abaixo da inflação medida pelo IPCA/IBGE (+6,10%) e pelo IGP-M/FGV (+31,10%). À exceção de São Paulo e Porto Alegre, localidade sem que o Índice FipeZap de Locação Residencial registra recuos de 2,15% e 1,35%, respectivamente, as demais capitais monitoradas apresentaram elevação de preço médio do aluguel nos últimos 12 meses, ordenadas da maior à menor variação da seguinte forma: Recife (+5,38%), Belo Horizonte (+5,28%), Salvador (+4,77%), Goiânia (+3,91%), Brasília (+2,57%), Florianópolis (+2,56%), Rio de Janeiro (+0,98%), Fortaleza (+0,87%) e Curitiba (+0,47%).

■ Preço médio de locação residencial: com base em dados de todas as 25 cidades monitoradas pelo Índice FipeZap de Locação Residencial, o preço médio do aluguel encerrou o mês de março em R$ 30,64/m². Entre as 11 capitais monitoradas, São Paulo se manteve como a capital com o preço mais elevado (R$ 39,71/m²), seguida pelos valores médios registrados em Brasília (R$ 32,59/m²), Recife (R$ 32,49/m²) e Rio de Janeiro (R$ 31,36/m²). Já entre as capitais monitoradas com menor valor de locação residencial, destacaram-se: Fortaleza (R$ 17,23/m²), Goiânia (R$ 18,40/m²), Curitiba (R$ 21,53/m²) e Belo Horizonte (R$ 23,89/m²).

■ Rentabilidade do aluguel: a razão entre o preço médio de locação e o preço médio de venda dos imóveis é uma medida de rentabilidade (rental yield) para o investidor que opta em adquirir o imóvel com a finalidade de obter renda com aluguel ao longo do tempo. Nesse sentido, o indicador pode ser utilizado para avaliar a atratividade do mercado imobiliário em relação a outras opções disponíveis aos investidores a cada momento do tempo. Com isso, o retorno médio do aluguel residencial (anualizado) permaneceu praticamente estável em março em comparação com o resultado do mês anterior (4,68%), mantendo-se desta forma em patamar superior à rentabilidade média projetada de aplicações financeiras de referência.

Nota: (*) : os preços considerados se referem a anúncios para novos aluguéis. O Índice FipeZap não incorpora em seu cálculo a correção dos aluguéis vigentes, cujos valores são reajustados periodicamente de acordo com o especificado em contrato. Como resultado, o Índice FipeZap de Locação Residencial capta de forma mais dinâmica a evolução da oferta e da demanda por moradia ao longo do tempo.

Sobre a OLX Brasil

No Brasil desde 2010, a OLX Brasil tem a missão de empoderar as pessoas a alcançarem seus sonhos, reinventando o modelo de consumo. A empresa é 100% digital e faz isso por meio de tecnologia desenvolvida localmente, ajudando seus usuários a comprar e vender quase tudo de maneira rápida, segura e conveniente. Ao encorajar o reuso, a OLX Brasil contribui com a redução de lixo, de emissões de CO2 e incentiva o uso de recursos naturais, dando aos itens segunda, terceira e até uma quarta vida.

Com a aquisição do Grupo ZAP, concretizada em novembro de 2020, a OLX Brasil passa a contar com duas unidades de negócios: OLX, que segue operando como plataforma horizontal com as categorias de Autos, Imóveis, Bens de Consumo, Empregos e Serviços, além da carteira digital OLX Pay; e ZAP+, totalmente focada em imóveis e responsável pelas marcas ZAP, VivaReal, Data ZAP, Anapro, Inc Pro, Geoimovel, Imobilinks, Conecta Imobi e ZAP Fin. O ZAP+ também passa a comercializar todos os produtos de imóveis das diferentes marcas do grupo.

A aquisição envolveu a compra de 100% das ações do Grupo ZAP. Os acionistas da OLX Brasil continuam sendo os dois dos principais grupos globais de mídia e investimento em marketplaces: Prosus N.V. (50%), listada na bolsa de Amsterdam e majoritariamente controlada pela Naspers Ltd, e Adevinta ASA (50%), listada na bolsa de Oslo e controlada pelo grupo norueguês Schibsted.


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