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Preços de imóveis comerciais registram estabilidade em janeiro de 2021

  • Terça, 23 Fevereiro 2021 11:13
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Máquina Cohn & Wolfe
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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Nos últimos 12 meses, todavia, preços de venda e locação do segmento acumulam quedas de 1,32% e 1,18%, respectivamente

■ Análise do último mês: o preço médio de venda de salas e conjuntos comerciais de até 200 m² permaneceu praticamente estável (+0,01%) em janeiro de 2021, assim como o preço médio de locação desse segmento (+0,01%). Como resultado, ambos resultados do Índice FipeZap Comercial foram inferiores às variações do IPCA/IBGE (+0,25%) e do IGP-M/FGV (+2,58%) no período. No caso específico do preço médio de venda, os aumentos observados em cidades como Campinas (+0,93%), Curitiba (+0,36%), São Paulo (+0,20%) contrastaram com os recuos registrados em outras localidades, a exemplo de Brasília (-1,24%), Belo Horizonte (-0,39%), Porto Alegre (-0,28%), Florianópolis (-0,28%) e Rio de Janeiro (-0,18%). Já no caso do preço médio de locação do segmento, Rio de Janeiro (-0,69%), Niterói (-0,39%) e Curitiba (-0,10%) registraram variações negativas em janeiro, ao passo que as demais cidades monitoradas pelo Índice FipeZap Comercial apresentaram elevação no preço médio no mesmo período: Salvador (+1,03%), Brasília (+0,99%), Campinas (+0,32%), Porto Alegre (+0,31%), Florianópolis (+0,31%), Belo Horizonte (+0,28%) e São Paulo (+0,04%).

■ Análise do acumulado em 12 meses: o preço médio de venda comercial acumula queda nominal de 1,32% nos últimos 12 meses, enquanto o preço médio de locação desse segmento exibe recuo de 1,18%. Comparativamente, ambos resultados são inferiores às variações acumuladas pelo IPCA/IBGE (+4,56%) e pelo IGP-M/FGV (+25,71%) para esse recorte temporal. Entre as cidades monitoradas, as maiores quedas envolvendo o preço médio de venda comercial foram registradas em: Brasília (-10,05%), Belo Horizonte (-3,79%), Rio de Janeiro (-3,47%), Porto Alegre (-3,12%), Niterói (-2,72%) e Curitiba (-0,24%). Quanto ao preço de locação, as cidades que apresentam as maiores quedas foram: Rio de Janeiro (-6,68%), Curitiba (-4,48%), Belo Horizonte (-0,60%), Florianópolis (-0,54%), Brasília (-0,47%) e Salvador (-0,28%).

■ Preço médio de venda e locação: em janeiro de 2021, o valor médio do m2 de imóveis comerciais nas cidades monitoradas pelo Índice FipeZap Comercial foi de R﹩ 8.413/m2, no caso de imóveis comerciais anunciados para venda, e de R﹩ 37,07/m2 , entre aqueles destinados para locação. Entre todas as 10 cidades monitoradas pelo Índice FipeZap Comercial, a cidade de São Paulo se destacou com o maior valor médio tanto para venda de salas e conjuntos comerciais de até 200 m² (R﹩ 9.615/m2), quanto para locação de imóveis do mesmo segmento (R﹩ 44,12/m2 ). Comparativamente, no Rio de Janeiro, os preços médios de venda e de locação de salas e conjuntos comerciais anunciados foram de R﹩ 9.275/m² e R﹩ 37,11/m², respectivamente.

■ Rentabilidade do aluguel comercial*: pela razão entre o preço médio de locação e o preço médio de venda dos imóveis comerciais, é possível obter uma medida da rentabilidade para o investidor que opta por investir no imóvel com a finalidade de obter renda com aluguel (rental yield). O indicador pode ser utilizado para avaliar a atratividade de salas e conjuntos comerciais em relação a outras opções de investimento disponíveis (como, por exemplo, investimento em imóveis residenciais para obtenção de aluguel e aplicações financeiras). Em janeiro de 2021, o retorno médio do aluguel comercial (anualizado) foi calculado em 5,43% ao ano, superando a rentabilidade do aluguel do segmento residencial (4,69% ao ano), bem como o retorno médio real de aplicações financeiras de referência.

Nota (*): os preços considerados no indicador incluem apenas aqueles veiculados em anúncios para novos aluguéis. O Índice FipeZap não incorpora em seu cálculo a correção dos aluguéis vigentes, cujos valores são reajustados periodicamente de acordo com o especificado em contrato. Como resultado, capta-se de forma mais dinâmica a evolução da oferta e da demanda pelo aluguel de espaços comerciais ao longo do tempo.

Sobre a OLX Brasil

No Brasil desde 2010, a OLX Brasil tem a missão de empoderar as pessoas a alcançarem seus sonhos, reinventando o modelo de consumo. A empresa é 100% digital e faz isso por meio de tecnologia desenvolvida localmente, ajudando seus usuários a comprar e vender quase tudo de maneira rápida, segura e conveniente. Ao encorajar o reuso, a OLX Brasil contribui com a redução de lixo, de emissões de CO2 e incentiva o uso de recursos naturais, dando aos itens segunda, terceira e até uma quarta vida. Com a aquisição do Grupo ZAP, concretizada em novembro de 2020, a OLX Brasil passa a contar com duas unidades de negócios: OLX, que segue operando como plataforma horizontal com as categorias de Autos, Imóveis, Bens de Consumo, Empregos e Serviços, além da carteira digital OLX Pay; e ZAP+, totalmente focada em imóveis e responsável pelas marcas ZAP, VivaReal, Data ZAP, Anapro, Inc Pro, Geoimovel, Imobilinks, Conecta Imobi e ZAP Fin. O ZAP+ também passa a comercializar todos os produtos de imóveis das diferentes marcas do grupo. A aquisição envolveu a compra de 100% das ações do Grupo ZAP. Os acionistas da OLX Brasil continuam sendo os dois dos principais grupos globais de mídia e investimento em marketplaces: Prosus N.V. (50%), listada na bolsa de Amsterdam e majoritariamente controlada pela Naspers Ltd, e Adevinta ASA (50%), listada na bolsa de Oslo e controlada pelo grupo norueguês Schibsted. LinkedIn: OLX Brasil Facebook: OLX Brasil Twitter: @OLX Brasil Instagram: olxbrasil Informações para a imprensa Máquina Cohn & Wolfe - (11) 3147-7919

No Brasil desde 2010, a OLX Brasil tem a missão de empoderar as pessoas a alcançarem seus sonhos, reinventando o modelo de consumo. A empresa é 100% digital e faz isso por meio de tecnologia desenvolvida localmente, ajudando seus usuários a comprar e vender quase tudo de maneira rápida, segura e conveniente. Ao encorajar o reuso, a OLX Brasil contribui com a redução de lixo, de emissões de CO2 e incentiva o uso de recursos naturais, dando aos itens segunda, terceira e até uma quarta vida.

Com a aquisição do Grupo ZAP, concretizada em novembro de 2020, a OLX Brasil passa a contar com duas unidades de negócios: OLX, que segue operando como plataforma horizontal com as categorias de Autos, Imóveis, Bens de Consumo, Empregos e Serviços, além da carteira digital OLX Pay; e ZAP+, totalmente focada em imóveis e responsável pelas marcas ZAP, VivaReal, Data ZAP, Anapro, Inc Pro, Geoimovel, Imobilinks, Conecta Imobi e ZAP Fin. O ZAP+ também passa a comercializar todos os produtos de imóveis das diferentes marcas do grupo.

A aquisição envolveu a compra de 100% das ações do Grupo ZAP. Os acionistas da OLX Brasil continuam sendo os dois dos principais grupos globais de mídia e investimento em marketplaces: Prosus N.V. (50%), listada na bolsa de Amsterdam e majoritariamente controlada pela Naspers Ltd, e Adevinta ASA (50%), listada na bolsa de Oslo e controlada pelo grupo norueguês Schibsted.


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