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IGP-M sobe 1,92% na 1ª prévia de fevereiro

  • Quarta, 10 Fevereiro 2021 11:52
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Insight Comunicação
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O Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) subiu 1,92% no primeiro decêndio de fevereiro. No primeiro decêndio de janeiro, este índice havia registrado taxa de 1,89%. Com este resultado, a taxa em 12 meses passou de 24,87% para 28,17%.

"O Índice de Preços ao Produtor (IPA), indicador que exerce a maior influência sobre o IGP, segue em aceleração refletindo os aumentos registrados nos preços de commodities agrícolas e industriais. Tais pressões inflacionárias estão alimentando repasses pela cadeia produtiva. A variação de bens intermediários acelerou quase um ponto percentual em comparação ao mês passado, subindo de 1,38% para 2,34%. O comportamento dos preços da soja (-5,17% para 5,78%) e do farelo de soja (-5,16% para 4,23%) ilustram os repasses observados pela cadeia produtiva", afirma André Braz, Coordenador dos Índices de Preços.

André Braz, coordenador do IPC do FGV IBRE, está disponível para comentar o índice pelo telefone (21) 99553-2892 (preferencialmente pelo WhatsApp).

Mais informações e release completo pelo Portal IBRE, neste link.

Caso precise de outras informações, entre em contato com a equipe da Insight Comunicação pelo e-mail: ou pelo (21) 99578-8113.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) subiu 2,54% no primeiro decêndio de fevereiro. No mesmo período do mês de janeiro, o índice subira 2,42%. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais variaram 0,21% em fevereiro, após subir 1,04% em janeiro. A principal contribuição para este movimento partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 1,01% para -2,81%. O índice correspondente aos Bens Intermediários passou de 1,38% no primeiro decêndio de janeiro para 2,34% no primeiro decêndio de fevereiro. Este avanço foi influenciado pelo subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 0,33% para 2,24%.

A taxa do índice referente as Matérias-Primas Brutas passou de 4,36% no primeiro decêndio de janeiro para 4,45% no primeiro decêndio de fevereiro. Contribuíram para o avanço da taxa do grupo os seguintes itens: soja em grão (-5,17% para 5,78%), bovinos (-4,16% para 8,03%) e milho em grão (-3,18% para 5,71%). Em sentido oposto, vale citar minério de ferro (23,45% para 5,74%), leite in natura (2,84% para 0,12%) e suínos (-3,58% para -10,49%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) passou de 0,38% no primeiro decêndio de janeiro para 0,19% no primeiro decêndio de fevereiro. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Habitação (1,06% para -0,21%). Nesta classe de despesa, vale mencionar o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de 3,40% para -2,48%. Também foram computados decréscimos nas taxas de variação dos grupos Alimentação (0,97% para -0,04%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,44% para -0,20%) e Vestuário (1,31% para -0,08%). Estas classes de despesa foram influenciadas pelos itens hortaliças e legumes (3,45% para -2,45%), artigos de higiene e cuidado pessoal (1,19% para -1,29%) e roupas (1,26% para -0,05%).

Em contrapartida, os grupos, Educação, Leitura e Recreação (-2,99% para 0,91%), Transportes (0,60% para 0,96%), Despesas Diversas (0,05% para 0,29%) e Comunicação (-0,07% para 0,02%) registraram acréscimo em suas taxas de variação. Nestas classes de despesa, as maiores contribuições partiram dos itens: passagem aérea (-23,32% para -3,09%), gasolina (0,86% para 2,88%), serviço religioso e funerário (-0,02% para 0,78%) e mensalidade para TV por assinatura (-0,31% para 0,00%).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,60% no primeiro decêndio de fevereiro, taxa inferior a apurada no mês anterior, quando o índice havia sido de 0,94%. Os três componentes do INCC registraram as seguintes taxas da variação na passagem do primeiro decêndio de janeiro para o primeiro decêndio de fevereiro: Materiais e Equipamentos (1,66% para 1,23%), Serviços (0,06% para 0,71%) e Mão de Obra (0,53% para 0,08%).


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