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IGP-10 varia 1,33% em janeiro

  • Segunda, 18 Janeiro 2021 11:00
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Insight Comunicação
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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O Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) variou 1,33% em janeiro. No mês anterior, o índice havia apresentado taxa de 1,97%. Com esse resultado, o índice acumula alta de 24,49% em 12 meses. Em janeiro de 2020, o índice subira 1,07% no mês e acumulava elevação de 7,81% em 12 meses.

"Nesta apuração, os três índices componentes do IGP apresentaram recuo em suas taxas. O IPA foi influenciado por alimentos processados (3,47% para 0,66%), o IPC por passagens aéreas (36,45% para -27,93%) e o INCC por materiais e equipamentos (2,49% para 1,49%)", afirma André Braz, Coordenador dos Índices de Preços.

André Braz, coordenador do IPC do FGV IBRE, está disponível até às 12h para comentar o índice pelo telefone (21) 99553-2892 (preferencialmente pelo WhatsApp).

Mais informações e release completo pelo Portal IBRE, neste link.

Caso precise de outras informações, entre em contato com a equipe da Insight Comunicação pelo e-mail: ou pelo (21) 99578-8113.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) variou 1,60% em janeiro. No mês anterior, o índice havia registrado taxa de 2,27%. Na análise por estágios de processamento, os preços dos Bens Finais variaram de 2,46% em dezembro para 1,24% em janeiro. A principal contribuição para este resultado partiu do subgrupo alimentos processados, cuja taxa passou de 3,47% para 0,66%. O índice relativo a Bens Finais (ex), que exclui os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, variou 0,65% em janeiro. No mês anterior, a taxa havia sido 1,99%.

A taxa do grupo Bens Intermediários variou de 2,66% em dezembro para 1,90% em janeiro. A principal contribuição para este movimento partiu do subgrupo materiais e componentes para a manufatura, cuja taxa passou de 2,53% para 0,97%. O índice de Bens Intermediários (ex), obtido após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 1,17% em janeiro, ante 2,57% no mês anterior.

O índice do grupo Matérias-Primas Brutas passou de 1,80% em dezembro para 1,64% em janeiro. As principais contribuições para este recuo partiram dos seguintes itens: soja em grão (0,07% para -10,45%), milho em grão (7,22% para -4,77%) e bovinos (5,00% para -5,55%). Em sentido ascendente, os movimentos mais relevantes ocorreram nos itens minério de ferro (-0,17% para 20,61%), leite in natura (-1,92% para 2,57%) e mandioca/aipim (-1,68% para 2,92%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) variou 0,59% em janeiro. Em dezembro, o índice havia apresentado taxa de 1,27%. Quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram decréscimo em suas taxas de variação, com destaque para o grupo Educação, Leitura e Recreação (4,50% para -2,84%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item passagem aérea, cuja taxa passou de 36,45% para -27,93%.

Também apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos Alimentação (1,95% para 1,42%), Transportes (0,93% para 0,64%) e Comunicação (0,13% para -0,02%). Nestas classes de despesa, as maiores influências partiram dos seguintes itens: hortaliças e legumes (6,55% para 1,86%), gasolina (1,79% para 1,20%) e mensalidade para internet (0,00% para -0,32%).

Em contrapartida, os grupos Saúde e Cuidados Pessoais (0,11% para 0,56%), Vestuário (-0,23% para 1,00%), Habitação (1,21% para 1,41%) e Despesas Diversas (0,17% para 0,36%) apresentaram acréscimo em suas taxas de variação. As principais contribuições para este movimento partiram dos seguintes itens: artigos de higiene e cuidado pessoal (0,03% para 1,06%), roupas (-0,31% para 1,04%), tarifa de eletricidade residencial (4,36% para 5,17%) e alimentos para animais domésticos (-0,65% para 1,97%).

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) variou 0,76% em janeiro. No mês anterior a taxa subira 1,12%. Os três grupos componentes do INCC registraram as seguintes variações na passagem de dezembro para janeiro: Materiais e Equipamentos (2,49% para 1,49%), Serviços (0,54% para 0,35%) e Mão de Obra (0,18% para 0,26%).


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