SEGS Portal Nacional

Economia

Indicador de Incerteza da Economia volta a recuar em dezembro

  • Segunda, 04 Janeiro 2021 11:10
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Insight Comunicação
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
  • Imprimir

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas recuou 3,5 pontos em dezembro, para 142,3 pontos. O indicador está 27,2 pontos acima do nível de fevereiro passado (último mês antes do início da pandemia no Brasil) e 5,5 pontos acima do nível máximo anterior a esse período, alcançado em setembro de 2015.

"Após alta no mês anterior, o indicador de que mede a incerteza brasileira voltou a recuar em dezembro, influenciado pelo início da vacinação em vários países e do aumento das expectativas, ainda que modestas, sobre a possibilidade de uma recuperação econômica e social nos próximos meses. Apesar do resultado, o IIE-Br termina o ano de 2020 em patamar superior a 140 pontos, nível ainda bastante desfavorável, que reflete as incertezas em torno da piora sanitária no Brasil e o conturbado cenário da vacinação no país, até então. No curto prazo, não há sinalização de que o nível de incerteza retorne a patamares mais satisfatórios, devido aos enormes desafios que o Brasil ainda precisará enfrentar nos mais variados temas", afirma Anna Carolina Gouveia, Economista do FGV IBRE.

Anna Carolina Gouveia, economista do FGV IBRE, está disponível para comentar os resultados pelo telefone: (21) 98831-8725 ou pelo Skype: .

Mais informações e release completo no Portal IBRE, neste link.

Caso precise de outras informações, entre em contato com a equipe da Insight Comunicação pelo e-mail: ou pelo (21) 99578-8113 .

Os dois componentes do Indicador de Incerteza recuaram em dezembro. O componente de Mídia recuou 0,2 ponto, para 129,4 pontos, contribuindo negativamente em 0,2 ponto para a queda do indicador geral no mês. O componente de Expectativas, que mede a dispersão das previsões para os próximos 12 meses, despencou 15,8 pontos para 176,2 pontos e foi o que mais contribuiu para a queda no indicador agregado (3,3 pontos). Ambos os componentes não devolvem as altas dos piores momentos da pandemia. O componente de Mídia termina 2020, devolvendo 80% das altas do bimestre de março e abril, enquanto o componente de Expectativas devolve apenas 48% das altas entre março e maio e está a quase 60 pontos acima do período pré-pandemia (fevereiro de 2020).


Compartilhe:: Participe do GRUPO SEGS - PORTAL NACIONAL no FACEBOOK...:
 

<::::::::::::::::::::>

 

+ECONOMIA ::

Abr 24, 2026 Economia

O conforto da renda fixa custa caro ao investidor de…

Abr 23, 2026 Economia

Geração Z lidera intenção de compra de imóveis no Brasil

Abr 22, 2026 Economia

Investimentos no exterior exigem atenção redobrada na…

Abr 17, 2026 Economia

Erro na declaração de imóveis no Imposto de Renda pode…

Abr 15, 2026 Economia

Importação antecipada redefine estratégia do varejo…

Abr 15, 2026 Economia

Stablecoins e empresas: uma love story

Abr 14, 2026 Economia

Dívida das famílias atinge 49,7% da renda e limita…

Abr 13, 2026 Economia

Novas regras devem simplificar a regularização de…

Abr 10, 2026 Economia

CVM acolhe pedido da OnilX para definir que efeitos de…

Abr 09, 2026 Economia

IR 2026 já está em andamento: por que empresários no…

Abr 08, 2026 Economia

O que explica a alta da Bolsa mesmo com a guerra?

Abr 07, 2026 Economia

Faturamento alto e lucro baixo expõe falhas na gestão…

Abr 06, 2026 Economia

Homens devem 30% a mais que as mulheres , mostra índice

Abr 02, 2026 Economia

Compra do primeiro imóvel deve movimentar R$ 375…

Abr 01, 2026 Economia

Valorização de 6,52% em 2025, preço dos imóveis no…

Mar 31, 2026 Economia

Crédito com garantia de imóvel avança e atrai novos…

Mais ECONOMIA>>

Copyright ©2026 SEGS Portal Nacional de Seguros, Saúde, Info, Ti, Educação


main version