SEGS Portal Nacional

Economia

Saiba qual a diferença entre renda fixa e variável

  • Terça, 06 Outubro 2020 18:31
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Rafaela Rodrigues
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
  • Imprimir

Pixabay

Investimentos de renda fixa X renda variável: entenda as diferenças

O mercado de investimentos não se resume apenas à rentabilidade. Na realidade, ele contempla também outros tipos de objetivos, que são a segurança e a liquidez.

Assim, o bom investidor precisa se concentrar em objetivos específicos para seus interesses e recorrer a ativos que possam facilitar essa busca.

É nessa lógica que investimentos de renda fixa e de renda variável precisam ser entendidos. Por serem de naturezas diferentes, eles oferecem meios diferentes para que o investidor alcance suas metas.

Investimentos de renda fixa

O termo renda fixa vem da forma como se dá a rentabilidade nesse tipo de aplicação. Ativos dessa classe são aqueles que apresentam comportamento previsível em relação ao retorno do investimento. Isso não quer dizer necessariamente que a rentabilidade é fixa, mas sim que os critérios para que ela aconteça são conhecidos no momento da aplicação.

Simplificando: ativos de renda fixa podem render de maneira prefixada, com os juros evoluindo de acordo com uma porcentagem definida no ato do investimento, ou então pós-fixada, o que significa que haverá um indicador ao qual será atrelada essa evolução.

Esse indicador pode ser a inflação, a taxa Selic, entre outros. É possível também que o investimento renda de maneira híbrida, quando coexistem uma porcentagem definida e um índice a ser seguido na aplicação. De qualquer forma, o investidor em renda fixa sempre sabe como se dará a rentabilidade de sua aplicação, o que a torna bastante segura.

Investimentos de renda variável

Consequentemente, a renda variável segue outra lógica. Neste caso, o investidor não tem 100% de certeza a respeito de como será a rentabilidade de seu investimento, o que abre espaço para um potencial de retorno mais significativo em relação à renda fixa. Entretanto, existe o risco maior, como o próprio nome sugere: ativos de renda variável se caracterizam por flutuações nos preços, podendo trazer retornos elevados para quem investe bem ou prejuízos para quem investe mal.

A ideia é que a renda variável ofereça mais oportunidades para o investidor interessado em faturar mais. Existem diversas formas de se atingir esse objetivo, sendo a mais comum o investimento em empresas na Bolsa de Valores.

Exemplos de ativos de renda fixa e variável

Entender a lógica por trás da renda fixa e da renda variável permite compreender o que representa cada ativo no mercado de investimentos.

O Tesouro Direto, por exemplo, oferece três modalidades de título, que são o pós-fixado, com os rendimentos atrelados à taxa Selic, o prefixado, quando eles têm uma porcentagem definida na aplicação, e o híbrido, no qual existe uma porcentagem acrescida ao IPCA, índice que mede a inflação no país.

Certificados de Depósitos Bancários (CDBs) são bem parecidos, embora sejam emitidos por instituições bancárias, enquanto o Tesouro Direto é uma solução apresentada pelo governo brasileiro por meio do Tesouro Nacional.

O mercado de renda variável não se resume apenas ao comércio de ações. Existe também a compra e venda de ativos de diferentes tipos, como Fundos de Investimentos, ETFs, opções, câmbio, contratos futuros e criptomoedas.

Para quem é indicado cada tipo de investimento

No geral, cada possibilidade apresenta características próprias em termos de retorno, risco e liquidez, sendo as definições de renda fixa e variável apenas uma categorização dos ativos de acordo com sua forma de rentabilidade.

É importante saber que, assumindo que o risco é diretamente proporcional à possibilidade de retorno, o investidor precisa ter em mente que, se pretende ganhar muito, é na renda variável que ele terá maiores condições de prosperar.

Porém, nos casos em que segurança e liquidez sejam prioridades, a renda fixa costuma trazer soluções muito mais viáveis que a poupança, por exemplo, principalmente para o investidor iniciante ou o de pequeno porte.

De qualquer forma, vale a pena começar com uma análise de perfil para, somente a partir dela, escolher os ativos mais indicados para o interesse de cada pessoa. Um diferencial das corretoras de valores é oferecer essa análise para que o investidor tenha como saber se seu perfil é classificado como conservador, moderado ou arrojado.


Compartilhe:: Participe do GRUPO SEGS - PORTAL NACIONAL no FACEBOOK...:
 

<::::::::::::::::::::>

 

+ECONOMIA ::

Mar 06, 2026 Economia

Contribuintes podem destinar parte do Imposto de Renda…

Mar 05, 2026 Economia

Ano eleitoral pede planejamento financeiro rigoroso e…

Mar 04, 2026 Economia

Custos invisíveis de produção desafiam rentabilidade da…

Mar 03, 2026 Economia

Recuperação judicial é alternativa estratégica para o…

Mar 02, 2026 Economia

A Reforma Tributária e as negociações sindicais: como…

Fev 27, 2026 Economia

Malha fina: veja os erros mais comuns no Imposto de…

Fev 27, 2026 Economia

Pagamento por Pix no ponto de venda: praticidade no…

Fev 26, 2026 Economia

Tarifaço global entra em 2026, pressiona o comércio…

Fev 25, 2026 Economia

Queda de 1 ponto no juro do financiamento imobiliário…

Fev 24, 2026 Economia

Planejamento tributário inadequado aumenta riscos e…

Fev 23, 2026 Economia

Você sabe como fica a rotina do empreendedor com a…

Fev 20, 2026 Economia

Da teoria à prática: como a Reforma Tributária deve…

Fev 19, 2026 Economia

Mercado de financiamento de litígios chega a US$ 20…

Fev 18, 2026 Economia

Reforma Tributária muda regras do aluguel e aumenta…

Fev 13, 2026 Economia

Planejamento financeiro é estratégia indispensável para…

Fev 12, 2026 Economia

Movimentações via PIX: 5 cuidados práticos para não…

Mais ECONOMIA>>

Copyright ©2026 SEGS Portal Nacional de Seguros, Saúde, Info, Ti, Educação


main version