SEGS Portal Nacional

Economia

Relação entre o PRONAMPE e as instituições financeiras

  • Terça, 22 Setembro 2020 12:22
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Yasmim Vital
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
  • Imprimir

Por Dr. Roberto Folgueral

Até o dia 10 de setembro, o Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (PRONAMPE) liberou cerca de R$ 30 bilhões em suas duas fases, sendo que ainda na segunda fase, o crédito está limitado à R$ 100 mil por empresa.

Segundo o SEBRAE, seria necessário cerca de R$ 200 bilhões para ajudar os empresários, devido ao prejuízo causado pela pandemia da COVID-19. Com a liberação de apenas 15% do total necessário, os 85% faltantes impactam diretamente no processo de retomada das PMEs.

Instituições financeiras

Os bancos possuem linhas de créditos específicas para cada tipo de atividade empresarial, Banco do Brasil, Caixa Econômica e BNDES possuem linhas subsidiadas, ou seja, com custos financeiros mais adequados.

Atualmente, devido nossa inadimplência estar elevada associada à suspensão da negativação, as instituições financeiras estão mais cautelosas e exigentes na concessão dos créditos.

Independente do banco, o importante é manter atenção no resultado que o empréstimo causará na entidade tomadora do crédito. Caso a taxa interna de retorno, que o benefício do empréstimo causar na entidade tomadora, for menor do que os encargos financeiros cobrados, fatalmente o banco negará o crédito. Contudo, todas e quaisquer linhas de créditos oferecidas pelos bancos, são muito mais dispendiosas daquelas cobradas pelo PRONAMPE.

A empresa tomadora do crédito bancário, deverá fazer suas contas com exatidão, pois caso o resultado da aplicação do recurso financeiro tomado não for positivo, ele não irá conseguir pagar o empréstimo. Dessa forma, o interessante não é a linha de crédito ou seu custo, mas sim a sua aplicação e o resultado que causará na empresa.

Como funciona o PRONAMPE?

Empresas com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões por ano podem habilitar-se, mesmo com pendências fiscais e tributárias, desde que não tenham sido condenadas por trabalhos análogos à escravidão e ou trabalho infantil.

Já os valores de crédito podem ser utilizados para investimentos, capital de giro ou associados. É importante frisar que está proibido o uso dos recursos para distribuição de lucros e dividendos entre os sócios do negócio.

*Dr. Roberto Folgueral é vice-presidente da FCDLESP (Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas do Estado de São Paulo).


Compartilhe:: Participe do GRUPO SEGS - PORTAL NACIONAL no FACEBOOK...:
 

<::::::::::::::::::::>

 

+ECONOMIA ::

Mar 06, 2026 Economia

Contribuintes podem destinar parte do Imposto de Renda…

Mar 05, 2026 Economia

Ano eleitoral pede planejamento financeiro rigoroso e…

Mar 04, 2026 Economia

Custos invisíveis de produção desafiam rentabilidade da…

Mar 03, 2026 Economia

Recuperação judicial é alternativa estratégica para o…

Mar 02, 2026 Economia

A Reforma Tributária e as negociações sindicais: como…

Fev 27, 2026 Economia

Malha fina: veja os erros mais comuns no Imposto de…

Fev 27, 2026 Economia

Pagamento por Pix no ponto de venda: praticidade no…

Fev 26, 2026 Economia

Tarifaço global entra em 2026, pressiona o comércio…

Fev 25, 2026 Economia

Queda de 1 ponto no juro do financiamento imobiliário…

Fev 24, 2026 Economia

Planejamento tributário inadequado aumenta riscos e…

Fev 23, 2026 Economia

Você sabe como fica a rotina do empreendedor com a…

Fev 20, 2026 Economia

Da teoria à prática: como a Reforma Tributária deve…

Fev 19, 2026 Economia

Mercado de financiamento de litígios chega a US$ 20…

Fev 18, 2026 Economia

Reforma Tributária muda regras do aluguel e aumenta…

Fev 13, 2026 Economia

Planejamento financeiro é estratégia indispensável para…

Fev 12, 2026 Economia

Movimentações via PIX: 5 cuidados práticos para não…

Mais ECONOMIA>>

Copyright ©2026 SEGS Portal Nacional de Seguros, Saúde, Info, Ti, Educação


main version