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Retomada das atividades pós-pandemia: instabilidade traz novas ameaças que exigem agilidade

  • Sexta, 28 Agosto 2020 09:41
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Dani Portela
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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*Por Paulo Nascimento

Empresas de todas as partes do mundo vivenciam diariamente o que aprendemos a chamar de Revolução Industrial 4.0, e aprenderam, ou ainda estão aprendendo, a integrar algumas tecnologias emergentes ao contexto do seu negócio. Com isso, termos como Inteligência Artificial, Blockchain, Internet das Coisas (IoT), drones e robôs, ganharam participação no vocabulário corporativo.

Além das mudanças impostas por este mundo conhecido como disruptivo, vivenciamos um cenário sem precedentes de instabilidade, no qual forças econômicas, demográficas e tecnológicas estão moldando um novo equilíbrio de poder, de acordo com o relatório divulgado neste ano pelo Fórum Econômico Mundial, o 15th Global Risk. Não bastando as inconstâncias apontadas, tivemos uma sem precedentes, a pandemia.

Neste cenário geral, líderes empresariais de todos os continentes estão aprendendo a lidar com a complexidade do gerenciamento de riscos. Eles estão sendo provocados por ameaças não identificadas ou não relevantes para sua corporação, que tornam-se reais, colocando à prova a continuidade e a sobrevivência dos seus negócios.

Diante do desafio de manter a integridade das empresas, protegendo as pessoas e os ativos, além de garantir a continuidade da operação, faz-se necessário a adoção de metodologias ágeis e dinâmicas como resposta ao invés de planos complexos e custosos para implementação.

Pensando na praticidade, uma solução é a elaboração de um plano de contingência e controle de ameaças. Para isso, é importante definir os indicadores, constituir ações para eventuais ameaças, atribuir papéis e responsabilidades, além de construir processos simples e eficazes como resposta aos possíveis incidentes.

Vale também lembrar que todo esse planejamento deve ser aderente às diretrizes e valores da instituição, estando alinhado às políticas de governança corporativa. Porém, é preciso cuidar desses pontos sem perder as características de um plano ágil, que permita facilidade de implementação, absorção e execução.

Por isso, a elaboração de um plano de contingência exige o envolvimento de profissionais capacitados em gerenciamento e condução de crises para ajudar as organizações na identificação das ameaças, bem como na construção do contragolpe ao incidente.

Se, de um lado, o curto espaço de tempo parece ser o maior desafio, por outro, o acesso à informação é a saída. Estar atento não somente às mudanças globais, como suas ameaças, ajudam a enxergar e vislumbrar com mais clareza os cenários de riscos se desenhando. Mas, mesmo com essa habilidade, o que garantirá a continuidade e integridade dos negócios é a postura dos líderes frente à ameaça.

*Paulo Nascimento é consultor de segurança empresarial da ICTS Security, consultoria e gerenciamento de operações em segurança, de origem israelense.

Sobre a ICTS Protiviti

A ICTS Protiviti é uma empresa brasileira que combina o alcance global e o conhecimento e inovação em gestão de riscos, compliance, auditoria, investigação e proteção de dados da Protiviti, com a segurança, eficiência e independência da plataforma tecnológica de serviços especializados da ICTS Outsourcing (canal de denúncias, diligência de terceiros, monitoramento de fraudes e de comportamentos antiéticos, e treinamentos on-line).

A união de deep expertise, com capacidade de transformação e excelência operacional, proporciona aos seus clientes um portfólio abrangente de soluções que endereçam os principais riscos, problemas e desafios de negócio, protegendo e maximizando o valor das organizações, e ajudando seus líderes a encararem o futuro com confiança e alcançarem resultados extraordinários num mundo dinâmico.

Reconhecida como Empresa Pró-Ética por 3 anos consecutivos, conta no Brasil com mais de 300 profissionais em 4 escritórios - São Paulo, Barueri, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, que atendem cerca de 600 empresas de diferentes portes e segmentos.

No mundo, são mais de 4.500 profissionais atuando por meio de uma rede de subsidiárias e firmas-membro independentes. Empresa reconhecida como Great Place To Work e com faturamento anual superior a USD 1 bilhão, opera 85 escritórios em 27 países, que atendem a 60% das empresas da FORTUNE 1000®.


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