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Confiança do Comércio registra quarta alta consecutiva em agosto

  • Quarta, 26 Agosto 2020 12:33
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Insight Comunicação
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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O Índice de Confiança do Comércio (ICOM) da Fundação Getulio Vargas avança 10,5 pontos em agosto, passando de 86,1 para 96,6 pontos, registrando a quarta alta consecutiva. Em médias móveis trimestrais, o indicador apresenta crescimento de 9,7 pontos.

"A confiança do comércio mantém a tendência de recuperação, com expressiva alta em agosto, conquistando 92% da confiança perdida desde o início da pandemia. O resultado do mês foi influenciado principalmente pela melhora da percepção sobre o momento atual, mas ainda com aumento do otimismo para os próximos meses. Apesar dos resultados positivos, a velocidade da recuperação não tem sido homogênea entre os segmentos. Os consumidores estão se mostrando cautelosos e a incerteza se mantém elevada, dificultando a elaboração de cenários mais claros da tendência da confiança nos próximos meses", avalia Rodolpho Tobler, Coordenador da Sondagem do Comércio do FGV IBRE.

Rodolpho Tobler, economista do FGV IBRE, está disponível para comentar os resultados pelo tel.: (21) 98152- 9854 ou pelo Skype: .

Mais informações e release completo pelo Portal IBRE, neste link.

Caso precise de mais informações, entre em contato com a equipe da Insight Comunicação pelo e-mail: ou pelo (21) 99578-8113.

Em agosto, a confiança subiu em todos os seis principais segmentos do Comércio. Do ponto de vista de horizontes temporais, houve melhora tanto percepção do momento presente e quanto nas expectativas. O Índice de Situação Atual (ISA-COM) avançou 13,6 pontos, para 102,0 pontos, atingindo o maior valor desde agosto de 2013 (105,2 pontos). Já o Índice de Expectativas (IE-COM) subiu 6,8 pontos para 91,3 pontos, registrando o maior valor desde o início da pandemia.

Recuperação do ISA-COM não se mostra homogênea

As quatros altas seguidas do ISA-COM mais do que compensaram as quedas no início da pandemia. Hoje o indicador que mede a percepção sobre o momento presente recuperou 130% do que foi perdido no período. Essa alta expressiva, porém, não é homogênea entre os segmentos que compõe o varejo ampliado. Na tabela abaixo é possível notar que segmentos como tecidos, vestuário e calçados e veículos, motos e peças encontram-se abaixo do patamar de fevereiro, em especial o primeiro. Por outro lado, hiper e supermercados, que nem apresentou queda no período da pandemia, e móveis e eletrodomésticos, puxam o resultado do indicador para cima.


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