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Incerteza da Economia cai em julho mas permanece elevada sob influência da pandemia

  • Segunda, 03 Agosto 2020 11:15
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Insight Comunicação
  • SEGS.com.br - Categoria: Economia
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O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) da Fundação Getulio Vargas caiu 9,9 pontos em julho de 2020, para 163,7 pontos. Após a terceira queda consecutiva, o indicador permanece 27 pontos acima do recorde anterior à pandemia de Covid-19, de 136,8 pontos, em setembro de 2015.

"A redução da incerteza em julho reflete o ambiente de reabertura gradual da economia, adaptação de famílias e empresas ao momento e o conhecimento das medidas adotadas pelo governo para mitigação dos impactos da crise sanitária. Apesar disso, o nível do indicador, ainda a meio caminho entre o registro de fevereiro e o pico de abril, continua muito elevado e sob influência do sobe e desce da pandemia de coronavirus. Há muita preocupação com a possibilidade de que uma segunda onda prejudique a tendência de recuperação em curso", afirma Anna Carolina Gouveia, Economista do FGV IBRE.

Anna Carolina Gouveia, economista do FGV IBRE, estará disponível, a partir das 10h, para comentar os resultados pelo telefone: (21) 98831-8725 ou pelo Skype: .

Mais informações e release completo no Portal IBRE, neste link.

Caso precise de outras informações, entre em contato com a equipe da Insight Comunicação pelo e-mail: ou pelo (21) 99578-8113 .

Em julho, os dois componentes do Indicador de Incerteza caminharam na mesma direção. O componente de Mídia, recuou 8,4 pontos, para 144,1 pontos, contribuindo negativamente em 7,3 pontos para a queda do índice geral no mês. Já o componente de Expectativas recuou 12,1 pontos, para 215,9 pontos - após acumular alta de 112,8 pontos entre março e maio -, com contribuição negativa de 2,6 pontos para o comportamento do IIE-Br.

O componente de expectativas, ao permanecer acima de 200 pontos pelo quarto mês consecutivo, mostra como é difícil no momento se prever os rumos da economia no horizonte de 12 meses, uma vez que a fase crítica da pandemia será seguida por uma reabertura em que os estímulos fiscais serão gradualmente retirados", acrescenta Anna Carolina.


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