Brasil,

Última Semana da Programação de Lives “Aproximações: Arte e o Comum”, da Colaboradora Artes & Comunidades, Discute o Conceito de Fim de Mundo No Contexto Artístico

Intitulado “(Des)Fazenda: O Fim Do Mundo Como O Conhecemos”, ciclo de conversas ocorre nos dias 06, 07 e 08 de outubro e pode ser assistido nas redes sociais do Instituto Procomum

A segunda semana da programação do evento “Aproximações: Arte e o Comum”, criado para marcar o enceramento da segunda edição da Colaboradora Artes & Comunidades, iniciativa do Instituto Procomum, de Santos, dá sequência à sua série de lives com a participação de artistas e gestores culturais. Os convidados irão abordar suas diferentes perspectivas dentro do conceito de fim de mundo por meio da arte, surgido neste contexto de quarentena.

Os encontros virtuais finais do ciclo de conversas, intitulado “(Des)Fazenda: O Fim Do Mundo Como O Conhecemos”, ocorreM nos dias 06, 07 e 08 de outubro. O público poderá assistir às lives diretamente nos perfis do Instituto Procomum no Facebook (facebook.com/institutoprocomum) e Youtube (www.youtube.com/channel/UCOkJA7hbrN3Qf2pRrrvDYYw).

Dentre os participantes estão nomes como Marília Fernandes (artista do corpo e educadora), Marina Guzzo (artista do corpo - UNIFESP), Benki Ashaninka (liderança indígena), Luciane Ramos Silva (artista da dança e antropóloga), Luiz Antonio Simas (escritor), entre outros.

Protocolos de Higiene e Segurança - Por conta da pandemia de Covid-19 (coronavírus), a segunda edição da Colaboradora Artes & Comunidades viu surgir a necessidade de adaptação aos protocolos de higiene e segurança. Assim, foi estabelecida a dinâmica virtual de encontros e, para seu encerramento foi criada esta série de lives.

“As lives buscam debater questões como ‘Haverá dia seguinte?’, ‘Qual o papel das artes e dos artistas neste contexto?’, ‘Como as artes e os artistas podem ser parte da construção de comunidades e redes que apontem possibilidades para além-do-fim?’, ‘O que fazer agora, já, em nossas ilhas?’”, analisa Rodrigo Savazoni, diretor do Instituto Procomum.

Plataforma e Mostra – A programação do evento “Aproximações: Arte e o Comum” terá ainda o Lançamento da Plataforma “Territórios Comuns”, no dia 09 de outubro, com os trabalhos desenvolvidos pelos artistas participantes e, por fim, a Mostra Colaboradora 2020, com ações e intervenções dos artistas que integram esta edição, no dia 10 de outubro.

2ª COLABORADORA ARTES & COMUNIDADES – PROGRAMAÇÃO DE LIVES

CICLO “(DES)FAZENDA: O FIM DO MUNDO COMO O CONHECEMOS”

(DES)aprender o mundo como o conhecemos

Dia 06 de outubro, terça-feira, às 11h

O que é preciso deixar para trás quando o mundo acabar e a população puder dar início novamente a ele? A crítica e teoria indiana Gayatri Chakravorty Spivak, em sua obra feminista, convoca a desaprender, a desertar toda forma de preconceito. A live discutirá sobre como as pessoas poderão se formar para o mundo que virá e abordará os aspectos de uma educação libertária e libertadora, na contramão do espírito do tempo.

Participantes:

Marília Fernandes (artista do corpo e educadora)

Marina Guzzo (artista do corpo - UNIFESP)

Benki Ashaninka (liderança indígena)

(DES)encantar o mundo como o conhecemos

Dia 07/10/2020, quarta-feira, às 11h

Os participantes debaterão tendo como ponto de partida o pensamento de que “Tudo que nóis tem é nóis. Fazemos rodas, praticamos esquinas, erguemos choupanas e cazuás, inventamos mundos”. O contrário da vida não é a morte, mas o desencanto. Na produção de feitiços, dos corpos em livre voo, vamos resistindo, entre nós, umas com as outras, tecendo redes, fazendo comunidades, habitando as encruzilhadas.

Participantes:

Luciane Ramos Silva (artista da dança e antropóloga)

Luiz Antonio Simas (escritor)

(DES)Fazenda: o fim do mundo como o conhecemos

Dia 08 de outubro, quinta-feira, às 20h

Com a convidada especial: Denise Ferreira da Silva

INSTITUTO PROCOMUM

O Instituto Procomum é uma organização que propõe a invenção, ativação e participação de redes e modelos de colaboração para a transformação social, contribuindo de forma criativa e inovadora para a construção de um mundo comum entre diferentes. Trata-se de uma organização sem fins lucrativos que tem como missão agir para reconhecer, fortalecer e proteger os bens comuns, criar novos arranjos comunitários e evitar que ocorram processos de cercamento pela ação privada e/ou estatal.

O Instituto Procomum estimula o convívio entre pessoas e a produção de experiências para garantir o fortalecimento da democracia, gerar uma sociedade mais solidária e construir um novo modelo de existência baseado no Bem Viver, criando soluções políticas e econômicas alternativas ao modelo predatório vigente.

A organização começou a ser construída em 2015 como um experimento organizacional comprometido com a invenção de novos modelos de gestão comunitária e em rede e com a ambição de ser uma instituição do século 21. Seus associados são mulheres e homens que nas últimas décadas se dedicaram à causa dos bens comuns, com experiência em organizações dos setores público, privado e não governamental, sempre com a perspectiva de fortalecer a igualdade, a liberdade e o protagonismo da sociedade civil. Atualmente, o IP participa da rede de pessoas, iniciativas e infraestruturas que se intitulam comuneirxs.

Gente de diferentes lugares do mundo que está em busca de formas transformadoras de viver e produzir e constrói com sua prática uma emergente e nômade cidadania, baseada na ação local com consciência planetária (translocal). A prática do IP é baseada em processos de cuidado com as pessoas e com o planeta, no compartilhamento do conhecimento, na construção coletiva e colaborativa da ação cultural e política, no respeito à individualidade, na valorização das diferentes formas de ser e sentir e na busca constante pela igualdade racial e de gênero.

SERVIÇO
Ciclo (DES)Fazenda: o fim do mundo como o conhecemos
Dias 29 e 30 de setembro e 1º, 06, 07 e 08 de outubro
https://www.facebook.com/institutoprocomum
https://www.youtube.com/channel/UCOkJA7hbrN3Qf2pRrrvDYYw


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