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Renault e VWCO vencem Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais 2021

  • Segunda, 02 Agosto 2021 11:19
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Koichiro Matsuo
  • SEGS.com.br - Categoria: Veículos
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Na 7ª edição da certificação Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais, o caminhão semileve VW 30-330 Constellation 8x2 e o furgão de carga Renault Master levam o título de campeão geral, respectivamente nas categorias “Caminhões” e “Utilitários de carga”;

Em momento atípico, com a demanda superaquecida e baixa oferta de novos, esses veículos comerciais valorizaram 10,7% e 14,1%, mesmo depois de 3 anos de uso.

Dos três primeiros colocados das nove categorias de Utilitários de carga e Caminhões, 17 modelos alcançaram índices positivos e 10 com índices de depreciação abaixo dos anos anteriores.”.

Com índices positivos de 10,7% e 14,1%, após três anos de uso, o Volkswagen 30-330 Constellation 8x2 e o Renault Master Furgão obtiveram as melhores avaliações, respectivamente, nas categorias Caminhões e Utilitários de Carga, na 7ª edição do Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais, da Agência AutoInforme, em parceria com Textofinal de Comunicação.

“Por conta das consequências nefastas da pandemia por Covid-19, falta de semicondutores, o setor de caminhões e utilitários não conseguiu desenvolver sua capacidade plena. De outra parte, a demanda está superaquecida. Com isso, os compradores recorreram aos seminovos, o que explica a valorização desses veículos, mesmo depois de três anos de uso”, explica Joel Leite, diretor da Agência AutoInforme.

Este ano, o evento de premiação ainda aconteceu no formato online, na sede da Braspress, em Guarulhos, uma das maiores transportadoras do País, com 106 filiais espalhadas pelo território nacional.

Outros sete modelos foram contemplados pelo Selo Maior Valor de Revenda – Veículos Comerciais 2021. Na categoria Utilitários, além do Renault Master Furgão (furgão de carga e campeão geral +14,1%), venceram o Fiat Fiorino (furgoneta de carga –6,2%), o Kia Bongo K2500 (camioneta de carga +13%) e o Mercedes-Benz Sprinter Van 415 (minibus +0,5%). No grupo Caminhões, o Volkswagen Delivery Express (semileve +8,9%), o Volkswagen Delivery 10.160 (leve +6,3%), o Mercedes-Benz Accelo 1316 (médio -10,1%), o Scania R-440 A 6x4 (pesado +5,4%) e o próprio Volkswagen 30-330 Constellation 8x2 (caminhão semipesado e campeão geral +10,7%).

Em sete edições do SMVR-VC, de 2015 a 2021, a Mercedes-Benz venceu em 22 categorias entre Utilitários e Caminhões. Em seis oportunidades, a marca alemã cravou o título de “Campeão Geral”. Na sequência, a Volkswagen faturou em sete categorias e dois com o título máximo, a Renault, em cinco categorias e dois com título de “Campeão Geral” e a Hyundai em quatro oportunidades e três melhores colocações em Utilitários. Fiat, Ford, Iveco, Kia Motors, Scania e Volvo também venceram nas categorias, mas não anotaram o maior valor de revenda na classificação geral de Utilitários ou de Caminhões.

Embora o estudo de depreciação seja desenvolvido há mais vinte anos, pela sétima vez que a AutoInforme faz a premiação do setor de utilitários de carga e caminhões, com o objetivo de estimular montadoras e importadoras a valorizar seus próprios produtos e, por consequência, preservar os investimentos de caminhoneiros autônomos e frotistas.

Para formar o índice de depreciação ou, desta vez, de valorização, foram considerados os preços médios dos veículos zero quilômetro praticados em maio de 2018 e seus modelos correspondentes com três anos de uso, ou seja em maio de 2021, geralmente prazo médio de substituição para fins de renovação de frota.

Outro critério mantido foi subdividir os veículos em dois grupos, utilitários de carga – com quatro categorias – e caminhões – com outras cinco. A partir desse modelo, foram analisados 202 modelos, dos quais 180 de caminhões e 22 de utilitários. Desse total, este ano, 23 modelos obtiveram índices positivos e 179 índices de depreciação muito abaixo da média dos anos anteriores.

“A depreciação veicular depende de vários fatores: do tamanho do veículo, da marca, da rede de revendedores, do cuidado que a marca tem em relação ao pós-vendas, ao segmento, a origem, ao fato de ter grande volume de venda, à sua aceitação no mercado. Assim, nossa expectativa é que a certificação possa servir de balizador, para uso de fabricantes e distribuidores de veículos, administradores e proprietários de frotas, bancos, financeiras e seguradoras”, finaliza Leite.


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