Preferência pelo gênero do profissional influencia decisões na área da saúde
A escolha do profissional de saúde no Brasil vai além da especialidade e da disponibilidade de agenda. Dados inéditos do Perfil do Paciente Digital 2026, levantamento nacional da Doctoralia - plataforma que recebe a visita de mais de 20 milhões de usuários únicos por mês - mostram que o gênero do profissional ainda é um fator decisivo para grande parte dos pacientes, especialmente em áreas ligadas à saúde feminina e ao cuidado emocional.
Segundo o estudo, 73% das pacientes que buscam Ginecologia preferem médicas, percentual que sobe para 75% na Dermatologia e chega a 86% na Psicologia, indicando que a identificação e a sensação de acolhimento seguem como elementos centrais na jornada de cuidado. A preferência por profissionais mulheres também aparece de forma consistente na Endocrinologia, onde 71% dos pacientes optam por endocrinologistas do sexo feminino.
Os dados refletem o protagonismo das mulheres na gestão da saúde no país - 72% dos usuários da Doctoralia são mulheres, que não apenas cuidam de si, mas também agendam consultas para filhos, pais e parceiros. Ao mesmo tempo, o levantamento aponta uma mudança gradual no comportamento masculino: a participação dos homens nas plataformas digitais de saúde passou de 24%, em 2018, para 28% em 2025, sinalizando maior engajamento com o autocuidado.
Para especialistas, a preferência pelo gênero do profissional está diretamente relacionada à construção de confiança, empatia e comunicação, fatores que impactam não apenas a decisão de agendamento, mas também a adesão ao tratamento e a continuidade do acompanhamento médico.
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