A ingerência de algumas seguradoras (Destaque)
Imagine você sendo o dono de uma loja de móveis. Chega um casal à loja, é muito bem atendido pela sua equipe e realiza a compra de um guarda-roupa, com pagamento à vista. Tudo certinho. Entrega e montagem já agendadas. Todos felizes.
O casal dirige-se ao caixa para realizar o Pix. Então, bem na hora do pagamento, é abordado pelo fabricante dos móveis, informando que o valor poderia ser parcelado em até 12 vezes sem juros, utilizando o cartão de crédito Movelcard*. Você, sendo o dono da loja, como se sentiria?
Imagine agora que você tem uma loja de roupas infantis. Chega uma cliente e compra algumas peças para os filhos: camisetas, meias e sapatinhos. Sua vendedora faz um excelente atendimento, acondiciona as compras em belas sacolas personalizadas e realiza o cadastro no sistema, inserindo nome, CPF, telefone e e-mail.
A cliente sai feliz da loja, e você também, afinal foi uma excelente venda.
Alguns dias depois, um de seus fornecedores entra em contato direto com essa cliente, envia e-mails oferecendo a nova coleção de roupas e, por telefone, concede descontos e condições especiais caso ela compre diretamente com eles ou por meio de outra loja. Você, sendo o dono dessa loja, como se sentiria?
Imagine agora você sendo um médico. Atendeu sua paciente em consultório, e ela saiu de lá com a receita prescrita por você. Dias depois, essa paciente recebe um e-mail de um laboratório farmacêutico com uma pesquisa, questionando se o médico foi educado e atencioso, se explicou corretamente a doença, se esclareceu tudo o que consta na bula e, ainda, se ela ficou satisfeita com o valor da consulta. Você, sendo esse médico, como se sentiria?
E você, corretor de seguros: passa ou já passou por situações análogas a essas?
*Nome fictício
Abraços,
Marcelo Monteiro
Corretor de Seguros
Santos – SP
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