Estágios e soft skills: como a formação comportamental acelera a carreira dos jovens
Comunicação, pensamento crítico e maturidade profissional ganham peso nos processos seletivos de estágios
Com o início do ano, empresas e escritórios de advocacia intensificam seus programas de estágio, uma das principais portas de entrada para jovens talentos no mercado de trabalho. Em um cenário de alta concorrência e processos seletivos cada vez mais rigorosos, o diferencial vai além do domínio técnico: soft skills como comunicação, pensamento crítico, capacidade de argumentação e maturidade profissional tornaram-se decisivas para a contratação de estudantes ainda nos primeiros semestres da graduação.
O movimento dialoga com um desafio estrutural do mercado. Estudo da consultoria McKinsey indica que 87% das empresas enfrentam lacunas relevantes de habilidades entre os profissionais disponíveis e as demandas reais dos negócios — um descompasso que começa ainda na formação universitária.
É nesse contexto que alunos da Faculdade Belavista, instituição sem fins lucrativos credenciada com nota máxima do MEC, com formação humanística vêm conquistando vagas relevantes já no 3º ou 4º semestre em instituições como Bradesco BBI, RB Investimentos, BigDataCorp e escritórios de advocacia de grande porte.
Criado para oferecer uma formação universitária com rigor técnico e sólida base humanística, o modelo pedagógico adotado pela Belavista combina disciplinas técnicas, desenvolvimento de soft skills e metodologias ativas, com vivências em empresas e seus executivos, que conectam alunos ao mercado. Essa abordagem aproxima os estudantes de situações reais desde o início da graduação e tem permitido que ingressem mais cedo em processos seletivos exigentes, especialmente durante a temporada de estágios.
“A empregabilidade hoje exige muito mais do que domínio técnico. Por isso, a Belavista estruturou um Core Curriculum transversal, que integra disciplinas de liderança, inovação, gestão e estratégia a uma formação humanística sólida — em ética, filosofia e antropologia — além de mentoria e iniciativas que conectam os estudantes ao mercado desde o início da graduação. O modelo forma profissionais com pensamento crítico, boa comunicação e maturidade para atuar em contextos reais da Nova Economia”, afirma Milena Seabra, diretora da Faculdade Belavista.
Essa visão é compartilhada por quem atua diretamente nos processos de recrutamento. “O mercado é generoso com quem é verdadeiro e curioso”, afirma Fábio Salomon, headhunter e mentor de carreiras, que participou do programa Conexão Mercado, iniciativa da Faculdade Belavista que promove encontros entre estudantes e altas lideranças. “Mais do que experiências passadas, o que pesa é a capacidade de aprender com elas e transformar essas vivências em valor.”
Para Salomon, a lógica dos processos seletivos também mudou. “Hoje, a principal regra é a da convivência: não basta ser bom tecnicamente. É preciso saber trabalhar em equipe, escutar, se comunicar e ter repertório.”
Aluno do 4º semestre de Economia, Davi Cury ingressou na área de Macro Research do Bradesco BBI, onde atua na elaboração de relatórios e na análise de cenários macroeconômicos para investidores institucionais. “Os conhecimentos técnicos foram importantes, mas competências como comunicação, gestão do tempo e interesse genuíno pelo que estudo fizeram a diferença no processo seletivo”, afirma.
Também estudante de Economia, Fábio Heinz Munhoz Filho, estagiário na Mesa de Operações da RB Investimentos, relata que o diferencial esteve menos no conteúdo técnico e mais na capacidade de sustentar conversas de alto nível. “Na entrevista com o CEO, falamos mais sobre filosofia e visão de mundo do que sobre economia. A formação me deu segurança para esse tipo de diálogo.”
No campo do Direito, Miguel José de Carvalho Garcia dos Santos, estagiário no Pinheiro Guimarães Advogados, um dos maiores escritórios de advocacia do país, destaca que o processo seletivo teve forte peso comportamental. “O ensino humanístico me ajudou a lidar com pessoas, ambientes e situações complexas. Em cada contrato, há pessoas por trás — e isso muda completamente a forma de atuar.”
O que as empresas buscam nos estagiários
- Comunicação clara e escuta ativa
- Pensamento crítico e capacidade de argumentação
- Proatividade e autonomia
- Ética, responsabilidade e maturidade emocional
- Capacidade de trabalhar em equipe e aprender continuamente
Para Janaina Lima de Souza, aluna de Economia que inicia estágio na BigDataCorp, a transição entre formação e mercado acontece de forma concreta: “A faculdade prepara para pensar. O estágio mostra como aplicar isso na prática.”
Com a abertura da temporada de estágios, os casos reforçam uma tendência clara: boa formação em soft skills deixou de ser diferencial e passou a ser requisito. Para os jovens que estão começando, ela pode ser o fator decisivo entre apenas disputar uma vaga ou, de fato, conquistá-la.
Sobre a Faculdade Belavista
A Faculdade Belavista é uma instituição de ensino superior sem fins lucrativos, credenciada com nota máxima do MEC, comprometida com desafios contemporâneos complexos e socialmente relevantes, como o combate à corrupção, a construção do bem comum, a dignidade da pessoa humana, o respeito à diversidade, à democracia e à liberdade de expressão.
Criada para oferecer uma educação universitária transformadora, a Belavista tem como missão formar líderes excepcionais, capazes de atuar com excelência técnica, senso crítico e responsabilidade social. Sua entidade mantenedora atua há décadas na formação executiva por meio do CEU Law School e do ISE Business School, associado ao IESE Business School, reconhecida como uma das melhores escolas de negócios do mundo.
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