Consumidores recebem orientação instantânea com IA agêntica
Agentes inteligentes passam a atuar do primeiro contato ao checkout, elevando personalização e agilidade no varejo.
A inteligência artificial entrou em uma nova fase no varejo. Conhecida como IA agêntica, essa tecnologia se baseia em agentes autônomos capazes de interagir, tomar decisões e executar tarefas de ponta a ponta, transformando a forma como consumidores compram e como empresas operam. Mais do que responder perguntas, esses agentes atuam como guias inteligentes durante toda a jornada de compra, do primeiro contato à finalização.
A adoção desse modelo vem crescendo globalmente em redes de varejo de diferentes segmentos. Assistentes inteligentes já apoiam consumidores na escolha de produtos, sugerem combinações, localizam ofertas, aceleram processos de checkout e até auxiliam áreas internas, como recrutamento e atendimento ao cliente. O movimento reflete uma demanda clara do mercado: experiências mais rápidas, personalizadas e confiáveis.
No Brasil, a Globalsys, empresa de tecnologia especialista em soluções com IA, vem liderando projetos de inteligência artificial agêntica aplicada ao varejo, conectando dados, sistemas e canais para que esses agentes atuem de forma segura, integrada e orientada a resultados. A proposta é clara: usar inteligência artificial para potencializar pessoas, não substituí-las.
“IA agêntica só gera valor quando existe confiança. No varejo, isso significa recomendar corretamente, orientar com precisão e respeitar o contexto de cada consumidor. Sem dados integrados e governança, o risco é alto”, afirma Thiago Molino, CEO da Globalsys.
Diferente de soluções isoladas, os agentes desenvolvidos com a arquitetura da Globalsys operam conectados aos sistemas centrais das empresas, como estoque, preços, logística e CRM, garantindo que cada interação seja baseada em informações reais e atualizadas. Isso permite que o varejista escale atendimento e eficiência sem comprometer a qualidade da experiência.
Outro ponto crítico é o apoio às equipes internas. No varejo físico e digital, a IA agêntica já vem sendo usada para reduzir tempos de resposta, apoiar decisões operacionais e automatizar tarefas repetitivas, liberando profissionais para atividades de maior valor estratégico. Em alguns casos, processos que antes levavam semanas passam a ser resolvidos em dias, com ganhos diretos de produtividade.
“Existe um receio natural em torno da autonomia da IA, especialmente quando ela interage diretamente com o cliente. Por isso, nosso foco é combinar automação com controle, transparência e aprendizado contínuo”, explica Eduardo Glazar, CSO da Globalsys. “A tecnologia precisa refletir o nível de conhecimento e cuidado que o consumidor espera de um atendente humano experiente.”
À medida que o varejo enfrenta consumidores mais exigentes, margens pressionadas e múltiplos canais de venda, a IA agêntica deixa de ser tendência e passa a ser infraestrutura. Empresas que conseguem integrar essa tecnologia de forma estratégica saem na frente, oferecendo experiências mais inteligentes, seguras e personalizadas.
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