Tendências 2026: como a IA redefine a segurança digital
Segundo especialista da D4Sign, tecnologia traz uma nova era de segurança digital e eleva necessidade de soluções que atendam o mercado com ética e robustez contra ataques
Em 2026, a autenticação digital de documentos promete passar por um período de avanços impulsionados pela inteligência artificial. Funcionando como espinha dorsal do aprimoramento do cruzamento de dados de biometria, a tecnologia possibilitará analisar, de forma ainda mais aprofundada, padrões de navegação, dispositivos e comportamentos para garantir ainda mais a integridade de identidades digitais.
Segundo Rafael Figueiredo, fundador e CEO da D4Sign by Zucchetti, plataforma de assinatura eletrônica e digital líder no Brasil, as empresas precisam adotar plataformas digitais capazes de se antecipar, acompanhar e integrar os novos avanços tecnológicos. “Por aqui, acreditamos que o investimento em APIs flexíveis e uma arquitetura que permite integrar novos métodos de autenticação, seja biometria facial, validação por blockchain ou outras, é a principal tendência que devemos acompanhar ao longo do próximo ano”, comenta.
A junção de um processo de autenticação robusto e rastreável reduz drasticamente os riscos contra disputas jurídicas e até mesmo casos de tentativa de fraude, ao mesmo tempo em que promete encurtar processos. “A experiência do usuário promete ser ainda mais segura em termos jurídicos e eficiente para todos que estão envolvidos no processo e no negócio”, conta o executivo.
A transformação já é realidade em setores que lidam com dados sensíveis e tende ser ainda mais segura, eficiente e rastreável com o avanço da IA e de tecnologias de autenticação no próximo ano. Na saúde, por exemplo, prontuários eletrônicos, prescrições digitais e laudos já seguem a LGPD e contam com mecanismos robustos de proteção, que serão ainda mais fortalecidos. No setor jurídico e no governo, a digitalização de processos judiciais e serviços públicos já garante a validade legal de petições, contratos e certidões, reduzindo falsificações e aumentando a confiabilidade dos registros. No varejo e nas finanças, identidades digitais confiáveis já são essenciais para prevenir fraudes em transações e no onboarding de clientes e esses sistemas tendem a se tornar cada vez mais precisos e auditáveis.
O executivo, porém, reforça que o avanço tecnológico traz um desafio proporcional: a corrida entre segurança e fraude. Conforme mostra o relatório “Identity Fraud Study”, da Javelin Strategy & Research, apontou perdas de US$ 23 bilhões por fraude de identidade só nos EUA em 2023. “À medida que a IA se torna mais acessível, os criminosos também a utilizam para criar ataques mais sofisticados para burlar verificações biométricas ou ataques para enganar os algoritmos. O desafio não está apenas em ampliar a tecnologia, mas em torná-la explicável, ética e resiliente”, comenta.
Diante deste cenário, a proteção de dados segue sendo o centro dessa transformação. O aprimoramento da inteligência artificial exigirá que empresas invistam na implementação da criptografia de ponta a ponta, garantindo que os dados são ilegíveis durante todo o tráfego e armazenamento, além da aposta em auditorias independentes, investimento e certificações como ISO 27001 e a transparência total sobre coleta e uso de dados. Plataformas como a D4Sign já vêm avançando nessas frentes, acompanhando as exigências crescentes do setor.
Em outras palavras, a evolução da autenticação deve estar no centro da estratégia para 2026. Empresas como a D4Sign esperam que o processo deixe de ser parte de uma etapa isolada, como o momento da assinatura, e passe a garantir a validação de uma jornada completa que garanta a integridade documental como um todo.
“Queremos construir um ecossistema seguro, com uma autenticação robusta e simples, permitindo que os usuários foquem no que importa: fazer seus negócios crescerem com total tranquilidade jurídica. À medida que a inteligência artificial avança e se integra cada vez mais aos processos, o investimento em camadas de segurança torna-se ainda mais essencial para garantir que a otimização das atividades aconteça de forma efetiva, com confiança, rastreabilidade e integridade. Assim, empresas e pessoas poderão adotar a transformação digital com ainda mais segurança e confiança”, finaliza.
Sobre a D4Sign by Zucchetti
A D4Sign é uma plataforma brasileira de assinatura eletrônica e digital com soluções inteligentes e seguras de armazenamento e gestão de documentos. Única do segmento com integração de dados com o Governo Federal, pioneira na adoção do PIX e NFC como métodos de autenticação.
A empresa foi a primeira em seu mercado nacional de atuação a lançar o uso de uma Inteligência Artificial aplicada aos negócios, com o D4Sign.AI, que visa otimizar em até 70% o tempo de leituras contratuais por meio de resumos criados com os principais pontos do documento. Além disso, ainda responde a possíveis dúvidas dos signatários em um chat que utiliza a mesma tecnologia. A D4Sign também aposta no uso de Big Data para otimizar os fluxos de assinatura, auxiliando a gestão contratual e proporcionando mais controle, agilidade e segurança às operações.
A partir de setembro de 2024, a D4Sign passa a fazer parte do ecossistema Zucchetti, sendo a maior aquisição da empresa italiana no Brasil. Atualmente, mais de 500 mil empresas contam com a praticidade, validade jurídica e segurança que a D4Sign oferece, mas projeta expandir ainda mais sua presença no mercado internacional com a nova parceira de negócios.
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