Seguro-viagem: escolher apenas pelo preço pode gerar riscos
Com a chegada das férias de fim de ano, o volume de viagens aumenta consideravelmente, e a procura por seguro-viagem cresce cerca de 20%, segundo levantamento da Brasilturis, acompanhando o fluxo intenso de voos nacionais e internacionais. Apesar desse crescimento, ainda é comum que muitos viajantes escolham a cobertura apenas pelo preço, sem avaliar se o seguro é adequado ao destino, ao clima, à duração da viagem ou ao tipo de atividade planejada.
Em situações de inverno, acidentes ligados a esportes de neve e problemas respiratórios são mais frequentes, enquanto em destinos de verão predominam insolação, desidratação e infecções alimentares, reforçando a importância de optar por um seguro que realmente proteja conforme o perfil da viagem.
Segundo Layze Souza, especialista em seguro-viagem da Hero Seguros, “ao escolher um seguro-viagem, o preço não deveria ser o ponto de partida. O viajante precisa avaliar se a cobertura faz sentido para o destino, o clima, o tempo de permanência e o tipo de atividade que pretende fazer. Um plano adequado para uma viagem urbana no verão pode ser insuficiente para quem vai esquiar, fazer trilhas, mergulhar ou visitar países com custo médico elevado. No fim das contas, o seguro certo é aquele que acompanha o perfil da viagem e protege de verdade, não apenas o mais barato da prateleira”.
Dentro desse cenário, crescem também os registros de ocorrências e atendimentos ao longo das jornadas. De acordo com análises divulgadas por portais internacionais do setor de turismo e seguros, como o MoneyWeek, despesas médicas emergenciais estão entre os principais motivos de acionamento do seguro-viagem e podem facilmente ultrapassar milhares de dólares ou euros, especialmente em países com sistemas de saúde privados, como Estados Unidos e algumas regiões da Europa.
O peso financeiro desses imprevistos ajuda a explicar a importância da proteção. Layze Souza detalha: “Em viagens para o inverno, são mais comuns atendimentos por problemas respiratórios, quedas e fraturas ligadas a esportes de neve e efeitos do frio intenso. Já em destinos de verão e clima tropical, aparecem com mais frequência casos de infecção alimentar, desidratação, insolação, alergias, picadas de insetos e acidentes leves”.
Diante de cenários como férias e fim de ano, o seguro-viagem da Hero oferece suporte ao viajante em situações que podem gerar prejuízo financeiro, garantindo acesso rápido ao atendimento médico no destino, rede de hospitais e clínicas, telemedicina 24 horas, suporte trilíngue e cobertura para despesas médicas, hospitalares e medicamentos.
De acordo com a Hero Seguros, a companhia se preparou para esse período, reforçando tanto o produto quanto a assistência para atendimento imediato. Layze Souza destaca que as coberturas são projetadas para diferentes perfis de viagem, com destaque para despesas médicas por evento, inclusão de esportes amadores e opções de personalização que acompanham o tipo de destino e atividade. “Do lado da assistência, a resposta vem da operação própria, que funciona 24 horas por dia, com equipe treinada para lidar com picos sazonais e uma rede médica internacional ativa. A telemedicina em português ajuda a resolver muitos casos de forma rápida, evitando deslocamentos desnecessários, enquanto os atendimentos presenciais são direcionados com agilidade quando o quadro exige. Esse conjunto permite que a Hero absorva o aumento da demanda sem perder qualidade, garantindo que o viajante seja atendido no tempo certo e com o cuidado que espera”.
Para o corretor, o período de férias é uma oportunidade de ir além da venda pontual e construir relacionamento. O primeiro passo é mudar a dinâmica da negociação, sair do discurso do melhor preço e entrar no contexto da viagem. É preciso entender o destino, a época do ano, a duração e as atividades para oferecer um seguro mais adequado e mostrar valor real ao cliente.
Com a Hero, isso se traduz em planos flexíveis e personalizáveis, que facilitam a recomendação correta e aumentam o tíquete médio de forma natural. “Quando o cliente percebe que foi bem orientado e bem atendido em um momento crítico da viagem, a fidelização acontece. O seguro deixa de ser um item obrigatório e passa a ser uma experiência positiva, o que fortalece a relação com o corretor e abre espaço para novas vendas ao longo do ano”, concluiu a executiva.
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