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Como saber se estou tendo um AVC? Neurologista explica quais os principais sinais de alerta

  • Sexta, 28 Outubro 2022 18:53
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Clínica Censo
  • SEGS.com.br - Categoria: Saúde
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Profissional também dá dicas de como reduzir os riscos

Conhecido também como derrame cerebral, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) provoca a morte de mais de 100 mil pessoas por ano no Brasil, sendo a maioria homens, de acordo com o Ministério da Saúde.

O AVC acontece quando os vasos que levam sangue para o cérebro entopem (AVC isquêmico) ou se rompem (AVC hemorrágico), provocando paralisia da área que ficou sem circulação sanguínea.

Apesar de estar entre as causas mais frequentes de morte da população brasileira, muitas pessoas não sabem identificar os sinais que indicam um AVC.

Neste 29/10, Dia Mundial do AVC, data dedicada às ações de prevenção à doença, o neurologista João Carlos Lobato, que atua na Clínica Censo, referência na saúde do trabalhador no município de Parauapebas (PA), explica como saber quando uma pessoa está sofrendo um AVC.

“O corpo dá sinais de que algo não vai bem, então é possível identificar a doença nos momentos iniciais e buscar atendimento médico com urgência. Quanto mais rápido for a descoberta e o tratamento, maiores as chances de sobrevivência e de recuperação completa, sem sequelas”, antecipa o médico.

Sinais de alerta do AVC

- fraqueza, dormência ou formigamento em um lado do corpo ou em partes específicas, como face, pernas ou braço;
- confusão mental;
- sorriso torto e dificuldade para engolir;
- dificuldade de falar ou compreender o que os outros falam;
- alteração na visão (em um ou nos dois olhos);
- tontura, desequilíbrio ou dificuldade de se movimentar;
- dor de cabeça muito forte, súbita, e acompanhada de vômitos.

Como reduzir os riscos?

O neurologista explica que existem vários fatores que aumentam as chances de uma pessoa sofrer AVC. Os principais são colesterol alto, hipertensão, diabetes, sobrepeso, tabagismo, uso excessivo de álcool, ser idoso, sedentarismo, uso de drogas, histórico na família e ser homem.

“Alguns desses fatores não podem ser mudados, outros dependem dos hábitos da pessoa, e são esses que precisam ser modificados para aumentar as chances de não ter a doença”, explica o profissional.

O médico acrescentou que “é orientação geral para evitar AVC e outras doenças crônicas como câncer e diabetes não fumar, não consumir bebidas alcoólicas, ter uma alimentação saudável, manter o peso ideal e a pressão sob controle, além de ingerir bastante água”, recomendou o neurologista.


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