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Hipertensão infantojuvenil: cardiologista dá dicas para a saúde cardíaca de crianças e adolescentes

  • Segunda, 02 Mai 2022 12:11
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Aryane Costa
  • SEGS.com.br - Categoria: Saúde
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Doença que afeta cerca de 17% dos jovens e crianças no país tem diagnóstico fácil e pode ser controlada com exercícios físicos e alimentação saudável

A hipertensão arterial, também conhecida como pressão alta, vem atingindo cada vez mais crianças e adolescentes. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), 17% dos jovens brasileiros têm a doença. O diagnóstico e a intervenção precoce são fatores importantes para evitar maiores danos na vida adulta, o que torna essencial a procura por um cardiologista pediátrico.

“O aumento da pressão arterial em crianças e adolescentes vem se multiplicando, e isso pode trazer consequências graves para toda a vida. A hipertensão, especialmente em jovens, exige conhecimento e diagnóstico correto para o tratamento adequado. Na maioria das vezes, a identificação pode ser feita por meio de uma simples aferição da pressão arterial”, explica Pedro Júnior, cardiologista do HSANP.

Segundo o especialista, a pressão alta entre crianças e adolescentes pode ocorrer por diversos motivos, como questões relacionadas ao coração, rins e sistema endócrino. “Geralmente, essa doença está relacionada a uma má alimentação, ao sedentarismo e à obesidade infantil”, alerta.

Sintomas e diagnóstico

A hipertensão infantojuvenil, muitas vezes, leva anos para apresentar algum sintoma, podendo ser diagnosticada apenas na fase adulta. “Dores de cabeça e no pescoço são as principais queixas. Após o diagnóstico, os primeiros cuidados são importantíssimos e envolvem basicamente uma mudança drástica no estilo de vida. É fundamental trocar guloseimas por frutas e vídeo game por esporte”, enfatiza.

O cardiologista ressalta que as atividades físicas e uma dieta balanceada são essenciais na prevenção e no combate à hipertensão e deve envolver toda a família. “Se os pais comem mal e não fazem exercícios, as crianças serão estimuladas ao mesmo comportamento, agravando o problema. Em casos mais complicados ou quando houver associação a outras doenças, os remédios são necessários e, para isso, o acompanhamento médico é primordial. Sempre é bom lembrar que, em todos os casos, a pressão alta pode ser controlada, e o jovem pode ter uma vida absolutamente normal”, finaliza o cardiologista do HSANP.

Sobre o HSANP

Hospital referência na Zona Norte da cidade de São Paulo, tem como missão ser assertivo com práticas humanizadas, promovendo a melhor experiência e resultados no cuidar de pessoas.


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