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Tendências para 2026: as 5 apostas em IA e growth marketing que vão guiar as marcas

  • Quarta, 19 Novembro 2025 18:29
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Débora Nogueira
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IA -pixabay

De campanhas autônomas à hiperpersonalização orientada por dados, especialistas apontam o que vai diferenciar as marcas de alto crescimento

Com a consolidação da inteligência artificial como motor das estratégias de marketing e crescimento, 2026 promete ser o ano em que marcas precisarão integrar IA e mentalidade growth de ponta a ponta — da criação à conversão. Segundo Tiago Nieswald CPO da GH Brandtech e Tiago Denardin, CSO da consultoria de marca e aceleração de crescimento de empresas, “as marcas do futuro serão aquelas que conseguirem combinar tecnologia com propósito e agilidade — e que entenderem que IA não é ferramenta, é cultura de transformação”.

A seguir, as cinco grandes apostas que, segundo eles, irão moldar o crescimento das marcas nos próximos 12 meses.

1. Automação criativa e campanhas autônomas com IA

A IA está saindo do papel de “assistente criativo” para se tornar gestora de campanhas completas — do briefing à performance. Grandes plataformas já testam sistemas capazes de gerar anúncios, definir públicos e ajustar orçamentos em tempo real.

“As empresas que aprenderem a confiar na IA como parceira estratégica vão liberar o time criativo para pensar mais em conceito e menos em execução. O segredo é testar agora, enquanto o custo de aprendizado ainda é baixo.”, afirma Tiago Nieswald.

Um exemplo disso é a Chilli Beans, maior empresa de óculos solares e acessórios de moda da América Latina, já realizou uma de suas campanhas institucionais usando imagens hiper-realistas geradas por Inteligência Artificial (IA).

Dica de especialista: implemente um piloto de automação criativa com foco em fluxos de alto volume (como e-mails, social ads e remarketing). Acompanhe eficiência e ganho de escala em tempo real.

2. Hiperpersonalização em escala e marketing orientado por dados próprios

Com o fim dos cookies de terceiros, a aposta está nos dados de primeira parte — e em como usá-los para personalizar cada experiência. Em 2026, a IA permitirá que essa personalização seja feita em tempo real, com recomendações individualizadas e jornadas dinâmicas.

Segundo Tiago Denardin, “o desafio agora não é coletar dados, e sim interpretá-los. A personalização precisa servir ao relacionamento, não ao algoritmo. As marcas que conseguirem equilibrar relevância e privacidade vão ganhar espaço na mente e no coração do consumidor”.

Marcas globais já investem em personalização, como é o caso da Nike, que também adotou IA para segmentação comportamental e campanhas altamente personalizadas.

Dica de especialista: invista em integração entre CRM e IA generativa. Crie micro-segmentos baseados em comportamento e teste variações de conteúdo automatizadas para medir impacto de conversão.

3. Otimização para mecanismos de IA e busca conversacional (AEO)

A ascensão da busca por meio de assistentes de IA muda o jogo do SEO: a meta agora é ser citado como fonte confiável nas respostas diretas de modelos de linguagem.

Nieswald explica: “O novo marketing de busca será baseado em autoridade contextual. Isso exige conteúdo estruturado, linguagem natural e consistência de marca. As empresas precisam escrever para humanos e para algoritmos generativos ao mesmo tempo.”

Dica de especialista: atualize a estratégia de conteúdo para o formato “pronto para IA”: FAQs bem escritas, dados estruturados e conteúdo de autoridade que posicione a marca como referência em seu segmento.

4. Comunidades, growth loops e engajamento além da mídia paga

Com o custo de aquisição subindo e a saturação dos canais pagos, o crescimento sustentável volta a depender de comunidades e loops orgânicos. Marcas de alto crescimento estão criando ecossistemas próprios — grupos, eventos e programas de embaixadores — que retroalimentam o engajamento.

“O futuro do growth é coletivo. As marcas mais fortes serão aquelas que criarem espaços de troca e pertencimento, e não apenas campanhas de impacto. IA pode ajudar a identificar os defensores mais engajados e a nutrir essas relações.”, destaca o CPO.

Um exemplo disso é a marca de beleza Sephora, rede mundial de lojas de cosméticos de luxo, que com sua plataforma Beauty Insider, criou uma comunidade de beleza que engaja usuários e incentiva conteúdo gerado por eles

Dica de especialista: mapeie sua base de clientes e identifique oportunidades de criar canais de comunidade. Mensure o CAC versus CLV para avaliar impacto de engajamento orgânico.

5. Ética, transparência e o marketing “humano” com IA

A confiança será a nova métrica-chave. A cada avanço da IA, cresce também a exigência de transparência no uso de dados e conteúdo automatizado.

“Marcas que usam IA de forma ética ganham vantagem competitiva. O consumidor quer saber se está falando com uma pessoa ou um algoritmo — e respeitar essa clareza será parte da construção de marca daqui pra frente.”, reforça Denardin.

Dica de especialista: desenvolva um manifesto interno de uso responsável de IA. Adote auditorias regulares de conteúdo e dados, e inclua métricas de reputação e confiança no painel de growth.

Mais do que uma revolução tecnológica, 2026 será um ponto de virada cultural no marketing. As marcas que prosperarem não serão necessariamente as que mais investirem em ferramentas, mas aquelas que souberem combinar inteligência artificial com visão humana, dados com propósito e performance com reputação. A IA deixará de ser um diferencial competitivo e se tornará infraestrutura — o verdadeiro diferencial estará em como cada empresa a utilizará para criar valor real, experiências relevantes e crescimento consistente. Em um cenário de abundância tecnológica, o futuro pertencerá às marcas capazes de equilibrar inovação e autenticidade.

“O futuro das marcas não será definido pela tecnologia que elas usam, mas pela consciência com que a aplicam. A inteligência artificial é uma ferramenta poderosa, mas é o olhar humano — criativo, empático e estratégico — que transforma dados em propósito e inovação em valor. As empresas que entenderem essa combinação não apenas vão crescer em 2026, mas vão liderar a próxima década do branding e dos negócios.” finaliza Tiago Nieswald.


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