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Empresa brasileira de engenharia adere aos princípios de equidade de gênero da ONU Mulheres

  • Terça, 25 Agosto 2020 11:24
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Marco Berringer
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A Allonda, empresa de engenharia com foco em soluções sustentáveis, é mais uma empresa brasileira que adere aos Princípios de Empoderamento das Mulheres (Womens´s Empowerment Principles - WEPS, na singla em inglês), criado pela ONU Mulheres e pelo Pacto Global. A iniciativa tem como finalidade empoderar as mulheres e promover a equidade de gênero em todas as atividades sociais e da economia. Já são cerca de 200 organizações que fazem parte desse time só aqui no Brasil, que ocupa o terceiro lugar no ranking internacional de mais de 2.000 signatárias.

"O desenvolvimento sustentável está no DNA da nossa empresa. Aderir a esses princípios reforçará ainda mais nossas políticas de respeito e de valorização às mulheres", afirma Leo Cesar Melo, CEO da Allonda. Ele diz que, justamente por pertencer a um mercado no qual a predominância masculina é muito forte, a companhia tem metas pré-estabelecidas de presença de mulheres e se preocupa com a importância da participação feminina em todas as equipes, principalmente nos cargos de liderança.

Para Thamile Almeida, diretora de gestão de pessoas da Allonda, a companhia está evoluindo rapidamente na temática equidade. "Atualmente 33% do nosso board é feminino, sendo que há um ano era 14%. Isso demonstra que estamos no caminho para estabelecer a igualdade de gênero na liderança corporativa e em outros níveis", comenta.

Para haver monitoramento contínuo do assunto, segundo o CEO, "nas obras, queremos saltar de 10% para 20% de profissionais do sexo feminino, até 2022. E dentro dos escritórios, nosso objetivo é chegar a equidade completa, ou seja, 50% do nosso time será formado por mulheres (atualmente são 44%) e a outra metade por homens", complementa Melo. Com sede na cidade de Barueri, em São Paulo, a corporação conta atualmente com cerca de 1.000 colaboradores, incluindo suas filiais (em Minas Gerais e na Argentina) e também nas cidades onde a Allonda está com projetos em fase de operação e implantação.

No ambiente corporativo, um importante exemplo da participação feminina na empresa está no time de Suprimentos. Tradicionalmente composto por homens no segmento de engenharia, esse departamento, por iniciativa do gerente Sandro Mattos, é 64% feminino. "Senti que com a inclusão de mulheres na equipe ganhamos muito em diversidade de ideias, passamos a ter um ambiente mais inovador. Ter uma equipe heterogênea vem sendo fundamental para conseguirmos atingir nossos objetivos em 2020", conta Mattos.

De acordo com o Banco Mundial, no Brasil, a maior participação da mulher no mercado de trabalho e também uma maior projeção profissional aumentaria em 3,3% nosso Produto Interno Brasileiro (PIB). Dessa forma, seriam aproximadamente R﹩ 382 bilhões a mais na economia.

Abaixo, confira os sete Princípios de Empoderamento das Mulheres estabelecidos pela ONU Mulheres e pelo Pacto Global:

1. Estabelecer liderança corporativa sensível à igualdade de gênero, no mais alto nível.

2. Tratar todas as mulheres e homens de forma justa no trabalho, respeitando e apoiando os direitos humanos e a não-discriminação.

3. Garantir a saúde, segurança e bem-estar de todas as mulheres e homens que trabalham na empresa.

4. Promover educação, capacitação e desenvolvimento profissional para as mulheres.

5. Apoiar empreendedorismo de mulheres e promover políticas de empoderamento das mulheres através das cadeias de suprimentos e marketing.

6. Promover a igualdade de gênero por meio de iniciativas voltadas à comunidade e ao ativismo social.

7. Medir, documentar e publicar os progressos da empresa na promoção da igualdade de gênero.

Sobre a Allonda

A Allonda é uma empresa de engenharia com foco em soluções sustentáveis. Possui um time próprio de especialistas e mais de 500 projetos já executados, dentre eles remediação ambiental nos dois maiores acidentes ambientais brasileiros, causados pelo rompimento de barragens de mineração em Mariana (2015) e Brumadinho (2019), ambos em Minas Gerais.


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