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Aumento repentino de adoção de pets deixa profissionais em alerta para abandonos e maus-tratos

  • Quarta, 05 Agosto 2020 18:17
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Izabela Ferreira
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“O crescimento das adoções é positivo, mas é preciso entender que as responsabilidades com os animais continuam depois da quarentena”, diz o diretor do curso de Medicina Veterinária da Una

A quarentena imposta pela pandemia do novo coronavírus mudou o modo de vida de famílias e pets. Segundo especialistas e entidades ligadas à causa animal, houve crescimento na procura por adoção e compra de animais nos últimos meses. Os dados são positivos, mas também acendem um alerta para futuros casos de maus-tratos e abandonos.

“Muitas pessoas têm buscado a adoção de pets para serem companhia na rotina da quarentena. Mas, sabemos que após a normalização do cenário pandêmico, a retomada de atividades sociais pode dificultar as rotinas de cuidados com os pets, o que pode gerar um aumento de abandono e doações desses animais”, explica o diretor do curso de Medicina Veterinária da Una Linha Verde, da Ânima Educação, Bruno Antunes Soares.

Segundo o médico veterinário, muitas condutas são inapropriadas e configuram maus-tratos, como por exemplo, cirurgias de amputação de cauda e orelha em algumas raças, confinamento de animais acorrentados e exposição a condições ambientais inadequadas. “Antes de adotar ou adquirir, o tutor deve buscar informações das condições adequadas de manutenção de um animal pet ou exótico e verificar se realmente possui condições de mantê-lo de forma adequada”, diz Bruno.

Segundo a Lei 9.605 de 1998, praticar atos de abuso, ferir ou mutilar animais é considerado crime. Manter os pets em lugares anti-higiênicos ou em locais que impeçam movimentação e descanso, deixar o cão ou gato exposto ao sol por longos períodos ou sem nenhuma iluminação, mutilação de órgãos e tecidos visando a estética e não a saúde animal, traumas e ferimentos, abandono e privação de alimento e água são considerados maus-tratos.

Para Bruno Soares, a sociedade está mais vigilante, e é preciso denunciar situações que não condizem com o bem-estar animal. “Atualmente há uma facilidade de fotografar, filmar e compartilhar imagens. A comprovação de maus-tratos tem causado comoção e gerado pressão por punições por parte da sociedade civil”, diz.

Denúncia: Em Minas Gerais, denúncias de negligência, abandono e agressões podem ser feitas na Delegacia Especializada em Investigação de Crimes Contra a Fauna (31) 3212-1356, pelo Disque-Denúncia (181), no Ibama (0800 61 8080), na Polícia Militar (190) ou na Companhia de Polícia Militar de Meio Ambiente (31) 2123-1600.


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