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Como saber se o preço de um seminovo está justo? 5 fatores que influenciam na avaliação e o consumidor não percebe

  • Terça, 10 Março 2026 18:47
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Daniele Dutra
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Arquivo Pessoal/Vaapty

Da quilometragem ao histórico de leilão, especialista explica o que realmente pesa na avaliação e por que a Tabela Fipe sozinha não garante um bom negócio

O mercado de veículos usados e seminovos segue aquecido no Brasil. Dados da FENAUTO (Federação Nacional das Associações dos Revendedores de Veículos Automotores) mostram que o setor segue em trajetória ascendente. Em fevereiro o segmento registrou a venda de 1.363.383 unidades, uma alta de 1,7% em relação a janeiro. Em 2025, o crescimento foi de 17,3% e esse bom desempenho consolida um início de ano promissor. Com essa alta no volume de vendas, saber se o preço pedido por um seminovo está, de fato, justo virou um dos maiores desafios para o consumidor.

A tradicional consulta à Tabela Fipe é apenas o ponto de partida, mas está longe de refletir todas as variáveis que impactam o valor real de mercado. “A Fipe é uma referência importante, mas não considera especificidades como estado de conservação, histórico de uso, liquidez regional e nível de procura daquele modelo específico”, explica Miguel Souza, CEO da Vaapty, líder no franchising de intermediação de venda de veículos no país.

A seguir, veja cinco fatores que influenciam diretamente o preço de um seminovo, e que muitos compradores não percebem:

Histórico do veículo

Carros com passagem por leilão, histórico de colisão estrutural ou indenização por seguradora podem sofrer desvalorização significativa, mesmo quando estão bem conservados, aparentemente. “Hoje é possível consultar laudos e históricos detalhados. Ignorar essa etapa pode significar pagar preço cheio por um carro que o mercado avalia abaixo”, alerta o especialista.

Liquidez do modelo no mercado

Alguns modelos, como por exemplo, utilitários, têm saída rápida e alta procura, o que sustenta preços mais elevados. Outros, como SUV’s, mesmo em bom estado, podem ter baixa liquidez. “Não é só oferta e demanda nacional. A procura varia por região. Um SUV pode ter valorização maior em determinadas capitais do que em cidades menores”, explica.

De olho na quilometragem

A quilometragem média anual no Brasil gira em torno de 10 mil a 15 mil quilômetros. Valores muito acima ou muito abaixo da média podem acender alerta para um possível comprador. “Quilometragem extremamente baixa também exige atenção. Pode indicar longos períodos parado, o que gera um desgaste diferente do uso contínuo”, afirma.

Versões e itens de série

Diferenças entre versões, como híbrido, câmbio automático, pacote tecnológico, teto solar e assistentes de condução, impactam fortemente o valor. “Dois carros do mesmo ano e modelo podem ter diferença relevante de preço dependendo da versão. O consumidor muitas vezes compara apenas marca, modelo e ano, sem observar esses detalhes. Por isso, uma intermediação feita por profissionais faz diferença no valor final e facilita esse processo”, diz.

Conservação real

Para além da estética, como pintura, pneus e limpeza interna são visíveis, mas o estado de motor, suspensão e câmbio pesa mais na avaliação profissional. “Uma vistoria técnica independente é fundamental. Pequenos ruídos ou sinais de desgaste podem indicar custos futuros que precisam entrar na conta”, orienta.

Para o CEO da Vaapty, o principal erro do consumidor é negociar apenas pela tabela Fipe ou pela quilometragem. “O valor justo é aquele compatível com o histórico, a conservação e a realidade do mercado. Comprar bem é tão importante quanto vender bem. Uma boa avaliação reduz risco e evita prejuízo”, conclui.

Sobre a Vappty

Fundada em 2020, a Vaapty atua no segmento de intermediação de venda de veículos do Brasil, tornando a negociação de carros mais segura, sem burocracia e em 40 minutos. Mais do que isso, o objetivo da rede é liderar a transformação digital do setor automotivo com o uso da IA e tecnologias próprias. Em 2021 virou a chave com franquias e encerrou 2025 com 172 unidades em funcionamento em todo o país. Para 2026, o objetivo é fechar o ano com 300 franquias em operação e se consolidar como a franqueadora mais tecnológica do segmento.


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