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Tempo médio de carga e descarga é o desafio das transportadoras

  • Terça, 11 Outubro 2022 18:38
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Luciana Vianna
  • SEGS.com.br - Categoria: Veículos
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Foto: banco de imagem/Canva

Empresas sentem no bolso os altos custos que os atrasos no recebimento das mercadorias geram

Neste ano, o processo de carga e descarga das mercadorias nos principais polos recebedores da capital e da região metropolitana registrou um tempo médio de 3h06, seis minutos a menos do que apontado no ano anterior (3h12). Essa análise foi realizada em uma iniciativa da Diretoria de Especialidade de Abastecimento e Distribuição e o serviço de Apoio Operacional do Sindicato das Empresas de Transportes de Carga de São Paulo e Região (SETCESP), por meio do Instituto Paulista do Transporte de Cargas (IPTC), órgão de pesquisa associado à entidade.

Segundo Raquel Serini, economista do IPTC, essa queda de 2% entre 2021 e 2022 representa uma redução do custo da hora parada desse veículo, ou seja, uma diminuição de gastos com a improdutividade: “Esse tempo médio de carga e descarga afeta diretamente a produtividade das transportadoras uma vez que a maioria dos custos é ‘diluída’ pelo quilômetro rodado. Portanto, quanto mais circular e quanto mais entregas realizar, menor serão os custos e melhores serão os resultados financeiros da empresa”.

A pesquisa Índice de Eficiência no Recebimento (IER), promovida pelo instituto, mostra que um veículo truck, por exemplo, com capacidade de 15.000 kg marcou, em 2022, R$ 84,98 por hora. Com o tempo médio de descarga apresentado no ano passado (3h12), o custo final da operação chegaria a R$ 265,15; já com a queda de 2% deste ano, com 3h06, o custo foi para R$260,05.

De acordo com o IPTC, esse fator está ligado à eficiência do local que está recebendo a carga, o que pode interferir diretamente no tempo de atividade da empresa de transporte que está efetuando a descarga. Quanto mais o transportador demorar nos centros de distribuição, mais se perde em rendimento e há aumento do custo operacional e da mão de obra disponível (motoristas). “Em casos extremos, com tempo de até 13h30, a empresa é obrigada a trocar o motorista para não ultrapassar o tempo de jornada de trabalho”, complementa Raquel.

Para Adriano Depentor, presidente do conselho superior e de administração do SETCESP, a infraestrutura é o principal ponto que dificulta esse tempo médio no recebimento da carga e afirma: “Além disso, a organização interna das empresas também tem papel fundamental nisso, como o processamento dos dados e a verificação de pedidos, entre outros. É justamente com relação a isso que as empresas podem se preparar para obter um tempo cada vez menor: à velocidade dos processos e à conciliação dos pedidos com os setores de compra”.

O IER é realizado há 20 anos e realiza uma premiação anual, que tem como intuito reconhecer o desempenho da melhor rede no último ano. É avaliado de março a junho e em quatro grupos diferentes de estabelecimentos: centros de distribuição, supermercados, atacadistas e home centers.

Sobre o SETCESP – Fundado em 1936, o SETCESP – Sindicato das Empresas de Transporte de Carga de São Paulo e Região – é fruto da união de empresários do transporte rodoviário de cargas (TRC) atuantes na rota entre São Paulo e Santos que necessitavam de uma entidade que fosse intérprete central da luta pelos direitos do segmento. Hoje, com 86 anos, é o maior sindicato patronal do setor na América Latina e protagonista de uma história com grandes conquistas e credibilidade reconhecida por transportadores, órgãos governamentais e representantes da esfera política. Sempre atualizado nas constantes demandas do TRC, o SETCESP vem sendo crucial e atuante para o desenvolvimento da categoria, não apenas para os 50 municípios que representa na grande região metropolitana de São Paulo, mas também para todo o Brasil. Além disso, a entidade oferece total apoio às mais de 21.000 empresas associadas com informações atualizadas, estudos técnicos, treinamentos, palestras e consultorias jurídica, econômica e operacional, entre outros serviços.


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