Viagens de incentivo e bem-estar corporativo: uma resposta das empresas ao aumento do burnout
Atualmente, em um mundo de muita urgência, o Burnout deixou de ser um alerta silencioso para se tornar uma preocupação corporativa. Reconhecido pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como um fenômeno resultante de estresse no ambiente de trabalho, o esgotamento profissional já impacta a produtividade e a saúde mental de diversos trabalhadores brasileiros.
Dados do Ministério da Previdência Social indicam que, somente em 2024, foram quase meio milhão de afastamentos motivados por crise de saúde mental, o mais alto registro nos últimos 10 anos. Nesse cenário, muitas empresas estão procurando opções para equilibrar performance e bem-estar.
Segundo o especialista em turismo corporativo e executivo do Grupo Unika, Cristiano Moraes, uma das opções mais procuradas pelas empresas está sendo as viagens de incentivo, já que atuam como uma ferramenta estratégica de reconhecimento e saúde emocional.
O especialista destaca que esse movimento acompanha uma tendência internacional de investir em experiências que tenham impacto emocional e duradouro, com jornadas que incluem descanso, experiências culturais, atividades de integração e até momentos de reflexão e propósito. “Uma viagem de incentivo não é apenas um prêmio, é uma reconstrução do vínculo do colaborador com a empresa e, algumas vezes, consigo mesmo”, afirma o Moraes.
Entretanto, o especialista alerta que as viagens de incentivo precisam estar integradas a políticas sólidas de cuidado com o trabalhador. Afinal, se bem estruturadas, como resultado, os programas de incentivo podem elevar o engajamento, melhorar a interação entre as equipes e reduzir intenções de desligamento.
Em um cenário onde a saúde mental é tão importante quanto a produtividade, investir em experiências transformadoras pode ser não apenas uma escolha inteligente, mas necessária e estratégica.
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