Entidades do mercado paranaense debatem sobre como ajudar no desenvolvimento do mercado
Para promover e integrar o mercado paranaense, o Sincor-PR promoveu nessa terça, dia 27, uma reunião institucional em que participaram pelo Sincor-PR Wilsinho Pereira, presidente, João Antônio de Castro, vice-presidente, Dilermando Garcia e Edson Sebastião Bertolazo, diretores do Sincor-PR; Altevir Dias do Prado, presidente do Sindseg PR/MS; Gustavo Henrich, vice-presidente do Sindseg PR/MS; Ramiro Fernandes Dias, diretor-executivo do Sindseg PR/MS; Joceli Pereira, presidente do ISB-Brasil; Carlos André Cordeiro, vice- presidente do ISB-Brasil e Aristides Damião, reitor do Clube da Bolinha.
A ideia é discutir medidas e ações que possam colocar o mercado paranaense em destaque no cenário nacional da indústria de seguros. O presidente do Sincor-PR, Wilsinho Pereira, lembra que a união das entidades ajuda a fortalecer o mercado. Ele destacou, inclusive, o desenvolvimento de ações sociais como a desenvolvida pelo Clube da Pedrinha.
Joceli reforçou a importância da união das entidades, inclusive como forma de quebrar paradigmas.
Aristides Damião, reitor do Clube da Bolinha, destacou que cada entidade luta pelo melhor para seus associados e as reuniões conjuntas refletem esse posicionamento. “As entidades representam seus associados e cada uma quer o melhor para o seu, esse princípio é o que deve ser seguido”, destacou.
Altevir Dias lembrou que a iniciativa do Sincor-PR tem como propósito amadurecer o mercado e para negociação já existe um fórum específico. “O nosso propósito aqui é amadurecer o mercado”, ressaltou.
Um dos assuntos do dia na reunião foi sobre as associações de proteção veicular. “É um combate frequente que todos nós temos que ter, é preciso mostrar que muitas vezes o consumidor está sendo enganado”, destacou o presidente do Sincor-PR, Wilsinho Pereira.
Ele citou que, recentemente, viu reportagem na TV que falava de uma pessoa que foi prejudicada por uma empresa de proteção veicular e tinha como destaque “comprou seguro e não recebeu”. Para o presidente do Sincor-PR é preciso mostrar ao consumidor a diferença entre seguro e associação. “Temos que primeiro esclarecer a imprensa”, disse Wilsinho com a concordância dos outros participantes.
Joceli lembrou que as pessoas que contratam a proteção veicular não são clientes de seguro. Ela sugeriu que as entidades poderiam se unir para fazer um filme. “Alguma coisa em que nós explicássemos de maneira inteligente e bem humorada essa diferença”, sugeriu.
José Antônio de Castro alertou que acionar o Ministério Público é o melhor espaço para combater as empresas de proteção veicular. “Tudo o que fazemos acabamos dando imagem para eles, por isso, temos de tomar cuidado. Algumas já foram fechadas depois da atuação do MP”, ressaltou.
Ele lembrou que já existe uma entidade que reúne as empresas de proteção veicular. “O assunto é delicado. Essa entidade já se apresentou ao governo e disse representar 5 mil associações”, disse. Para ele, uma alternativa também seria acionar a Receita Federal já que essas empresas não pagam impostos. “Se a receita for em cima deles e caçar o CNPJ, eles ficam ilegais”, afirmou.
Na opinião de Altevir esse é um problema enfrentado também por outros países. “Em países onde a legislação é respeitada, esse modelo não proliferou”, disse.
O presidente do Sincor-PR concordou com a maior divulgação e a busca de parceria com o ministério público já que o Procon não consegue dar atendimento. “Há mais reclamações contra operadoras de celular e TVs a cabo, por exemplo, e o Procon acaba não dando atenção, por isso, temos que buscar fazer matérias mostrando o problema”, afirmou.
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