Por que muitas mulheres se perdem durante a mudança de carreira
Mudar de área ou função vai muito além de currículo ou técnica — envolve escolhas sobre propósito, equilíbrio e bem-estar emocional
Para muitas mulheres, a transição de carreira é um momento de reflexão profunda. Não se trata apenas de conquistar uma nova posição, mas de alinhar trabalho, valores e saúde emocional. Stephanie Dalmazo, empresária, advogada e apresentadora do podcast Café com Benefícios, é um exemplo de trajetória híbrida que inspira essa reflexão. Natural de São Paulo, Stephanie é bacharel em Direito, com especializações em Criminal Profiling, Investigação e Design de Interiores, e combina essa formação acadêmica com experiência em comunicação multiplataforma, gestão de negócios e produção de conteúdo. Aos 28 anos, ela transformou sua carreira em um caminho que integra Direito, Comunicação e empreendedorismo, mostrando que mudar de área é também uma oportunidade de ampliar horizontes. Stephanie observa: “Mudar de área exige coragem, mas também autoconhecimento. É preciso entender quais experiências realmente enriquecem sua trajetória e quais são obstáculos que precisam ser superados.”
Segundo pesquisas recentes, grande parte das profissionais sente insegurança ou dúvida sobre suas habilidades ao migrar para outro setor. O impacto emocional pode ser significativo, desde ansiedade até sensação de inadequação. Stephanie comenta: “Não é apenas sobre técnica ou oportunidade. Cada mudança mexe com autoestima e percepção de competência. Reconhecer isso é parte do processo de sucesso.”
Especialistas recomendam que a transição combine planejamento estratégico e abertura para aprender. Participar de cursos, workshops, mentorias e fortalecer redes de contato é essencial. A comunicadora acrescenta: “Planejar cada passo ajuda, mas a flexibilidade é o que garante que você se adapte a situações inesperadas. Reinventar-se é aprender enquanto se caminha.”
Mais do que mudar de função, a transição de carreira é uma oportunidade de fortalecer competências e expandir possibilidades. Setores como tecnologia, comunicação, saúde e economia criativa se mostram mais receptivos a trajetórias híbridas. A empresária reforça: “Cada etapa da sua carreira contribui para o todo. Mesmo em um novo setor, habilidades transferíveis e experiências anteriores são seu diferencial.”
A transição não precisa ser vista como risco, mas como oportunidade de crescimento pessoal e profissional. Stephanie conclui: “O segredo é olhar para a mudança como chance de se reinventar, sem perder de vista quem você é e o que realmente deseja construir.” Sua própria carreira, que combina Direito, Comunicação, gestão de negócios e produção de conteúdo, exemplifica como é possível unir diferentes saberes e transformar experiência em impacto real.
Compartilhe:: Participe do GRUPO SEGS - PORTAL NACIONAL no FACEBOOK...:
<::::::::::::::::::::>