Produto cresce e pede atenção dos Corretores
Os corretores de seguros têm ouvido muitos conselhos de especialistas e de lideranças do mercado sobre a importância de destinarem mais tempo à comercialização dos seguros de pessoas. O rápido avanço da pandemia do coronavírus, que criou novas expectativas de proteção na população brasileira, também serviu para reforçar, no mercado, as projeções segundo as quais os seguros voltados para as pessoas avançarão rapidamente como os mais procurados no País.
Mas, na verdade, essa tendência não é algo recente. Prova disso é o levantamento realizado pela CNseg indicando que, nos últimos cinco anos, a receita apurada no ramo de pessoas aumentou 31,6% nos planos de acumulação (de R$ 96 bilhões para R$ 126,4 bilhões) e 40,2% (de R$ 32,8 bilhões para R$ 46 bilhões) nos planos de risco.
Além disso, no ramo de saúde suplementar avançou 47,7%, passando de R$ 146,4 bilhões para R$ 216,1 bilhões, entre 2015 e 2019.
De acordo com os dados da confederação, esse foi o crescimento mais expressivo no período.
Em contrapartida, nos ramos elementares, por exemplo, a CNseg registrou um incremento de 10,5% em cinco anos, com a receita passando de R$ 68,8 bilhões para R$ 76 bilhões.
Já na capitalização, a arrecadação subiu de R$ 21,5 bilhões para R$ 23,9 bilhões no período avaliado, com variação de 11,2%.
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