Escritórios humanizados e neuroarquitetura aquecem o mercado de arquitetura corporativa
Uma pesquisa realizada pela empresa Studio BR com mais de 2 mil funcionários brasileiros mostrou que para 59% afirmou que o escritório não apresenta uma boa imagem corporativa e 56% conta que o ambiente não incentiva a colaboração entre os colegas – o que eleva a burocratização desnecessária. Mais do que um modismo, o investimento na transformação dos escritórios em espaços humanizados e colaborativos marca a transformação do relacionamento entre funcionários e empresa. A preocupação em operar de uma maneira menos burocrática e de promover o bem-estar aos colaboradores tem sido ferramenta das empresas para atrair e reter talentos, e para gerar engajamento.
Nesse cenário, este ano poderá ser um marco para arquitetura – com a cada vez mais necessária humanização dos espaços de trabalho e a elevação do diálogo entre empresa e funcionário, os dias de projetos de arquitetura corporativa com viés apenas estético estão contados. "Mais do que elevar a performance através da qualidade dos espaços oferecidos, cuidar do espaço oferecido aos funcionários irá fortalecer a ética de trabalho no core das operações diárias. Não há mais espaços para fórmulas prontas de arquitetura e o presente já mostra que essa é uma tendência que veio para ficar", afirma a diretora de projetos da Studio BR, Bruna de Lucca.
Para proporcionar a chance de conhecer oito, dentre diversas tipologias espaciais, que foram desenvolvidas para atender às demandas do colaborador dos tempos atuais, a Studio BR criou o showroom WORKXPERIENCE BERRINI 500, em São Paulo. A iniciativa visa proporcionar aos interessados a oportunidade de conhecer um pouco mais sobre a última revolução do mercado corporativo: os espaços humanizados. Identidade, bem-estar e produtividade. O showroom esclarece os três pilares dos novos escritórios, inclusive as atuais necessidades que esse tipo de projeto exige – como espaços de refúgio e as novas dinâmicas de ambientes múltiplos, que se transformam de acordo com o uso. Trata-se do oposto dos projetos em larga escala, que muitas vezes não levaram em consideração todas as diversas atividades cotidianas que cada departamento desempenha no interior de uma mesma empresa. O showroom montado desconstrói a ideia inicial de que espaços de alta performance requerem elevados investimentos, ao passo que incentiva a arquitetura criativa e funcional.
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