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O crescimento da telemedicina no Brasil

  • Quarta, 08 Dezembro 2021 10:31
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Carolina Lara
  • SEGS.com.br - Categoria: Saúde
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Dra. Ana Vicenzi, médica e fundadora da Telehybrida, fala sobre a importância desta solução em tempos de pandemia

Durante a pandemia do novo coronavírus várias pessoas tiveram que se adequar a uma situação completamente nova, e lidar com consultas médicas em um período tão complicado foi desafiador para muitos. Com isso, a área da telemedicina tem ganhado espaço entre as principais redes de saúde, agregando uma nova forma de atender pacientes das mais diversas localidades.

A Telehybrida tem se tornado referência em teleconsultas no Brasil, e a Dra. Ana Vicenzi, médica e fundadora da startup de inteligência na construção de serviços em telessaúde, conta um pouco sobre como funciona o processo de implementação desse método de atendimento: “Quando a Telehybrida é contratada por alguma clínica, criamos um design de serviço específico para as necessidades daquele local. Levando em conta pontos de contato, quais as fragilidades e como a telemedicina pode agregar nessa unidade. Além disso, mapeamos a jornada física de atendimento, criando a partir daí uma nova jornada híbrida para essa clínica, apresentando todos os parceiros tecnológicos necessários para o início do projeto”, diz a especialista.

Mas a empresa não atende apenas clínicas e hospitais que querem ingressar agora nesse mundo. A Telehybrida tem um vasto serviço de assessoria para unidades de saúde que já implementaram o sistema de telemedicina, mas ainda não conseguiram tirar o melhor desse método: “Clínicas que já tem esse sistema no seu leque de atendimento, mas não conseguiram desenhar uma jornada satisfatória para os pacientes, ou que não estão vendo retorno financeiro ideal, podem otimizar esse processo conosco”, adiciona Ana Vicenzi.

Sobre o tempo investido para implementar o projeto, a especialista conta que o prazo inicial é de pelo menos três meses: “Pode ser estendido por um período maior, mas geralmente os trabalhos levam em média três meses de implantação com mais seis meses de manutenção e ajustes”, pontua.

A CEO da Telehyrida destaca que a startup quer desmistificar alguns conceitos errôneos, e ainda deixa claro que a telemedicina pode ser aplicada em áreas da saúde que muitas pessoas não imaginam: “Queremos desmistificar que é apenas colocar um médico dentro de uma plataforma. Existe um trabalho pensado para cada público específico, mapeando a jornada do paciente e usando a telemedicina em momentos estratégicos. Isso aumenta a adesão de clientes e traz uma nova forma de remuneração para a clínica”, conta a especialista.

A Dra. Ana Vicenzi também relata que o novo método é funcional para diversas áreas da medicina. “Não só a telemedicina, mas também a Psicologia, Nutrição e até Fisioterapia podem ser feitas de maneira remota. Por isso, tanto as clínicas médicas quanto de multiespecialidades, que tem procedimentos físicos e querem ampliar suas técnicas usando processos digitais, podem fazer isso com a ajuda da Telehybrida”, finaliza.

Sobre a Dra Ana Caroline Vicenzi

Dra. Ana Vicenzi é Médica, Facilitadora para Telemedicina na comunidade Médica, CEO & Founder da Telehybrida. Recentemente, a Dra. Ana esteve no Vale do Silício, na Califórnia - EUA, para se aprofundar no processo de Inovação em Saúde e na incorporação de novas tecnologias. Com atuação na área de Gestão em Saúde, Inovação e Empreendedorismo, a Médica também atua como Mentora de Telemedicina, além de professora e palestrante.

Sobre a Telehybrida

A Telehybrida, startup de Inteligência na construção de serviços em Telessaúde, conecta equipes de saúde capacitadas para atendimentos remotos com fluxos individualizados para os seus pacientes. Entendemos o atendimento remoto como parte complementar de uma jornada Hybrida do paciente no sistema de saúde, em especial, por gerar acesso de qualidade em um país de dimensões continentais, como o nosso Brasil. Nascemos com a percepção de que saúde se faz localmente e há necessidade de conectar pacientes com profissionais de saúde alinhados com as demandas específicas da população atendida.


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