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Dia de Campo da Agropecuária Jacarezinho mostra como elevar produtividade pecuária

  • Quarta, 20 Julho 2022 10:46
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Adilson Rodrigues
  • SEGS.com.br - Categoria: Agro
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No dia 16 de julho, pecuaristas do oeste da Bahia e Matopi (Maranhão, Tocantins e Piauí) tiveram a oportunidade de se atualizar em relação à conjuntura pecuária no Brasil, aprofundar conhecimentos em melhoramento genético e incorporar produtos superiores em seus rebanhos. Trata-se do dia de campo promovido pela Agropecuária Jacarezinho, na Fazenda Nova Terra, em Cotegipe (BA), que reuniu mais de 200 pessoas, entre investidores e técnicos.

Segundo Lucas Motta, gerente comercial da empresa, reconhecida, pelo segundo ano consecutivo, como a maior fornecedora de touros do Brasil no levantamento TOP 100, com 2.465 comercializados em 2021, este dia de campo teve como objetivo apresentar ferramentas capazes de potencializar os índices zootécnicos da pecuária local e regional.

Ao final do encontro de trabalho e negócios, os participantes puderam mostrar seu reconhecimento. Cento e seis reprodutores fizeram média de R$ 21 mil; enquanto 250 novilhas vazias, R$ 4,5 mil; e 300 embriões de acasalamentos de primeira linha, R$ 1,2 mil. Cerca de 70% dos compradores são da Bahia (novos parceiros. Os outros 30%, já clientes, se deslocaram de Brasília (DF), Pará, Maranhão e Mato Grosso do Sul.

Conhecimento como ferramenta base

O dia de campo levou palestrantes icônicos do mercado pecuário. O CEO Arnaldo Eijisnk abriu os trabalhos logo cedo, apresentando os resultados da Agropecuária Jacarezinho. Depois foi a vez da jornalista especializada e apresentadora da Jovem Pan News, Kellen Severo, falar sobre “Economia e Agronegócio: O que vem por aí”?

Na sequência, Marcelo Almeida, gerente executivo da CIA de Melhoramento e diretor da Pro Produção Profissional, apresentou o respeitado do programa de melhoramento genético realizado em Cotegipe e nas demais unidades do grupo.

“Um dos diferenciais da Jacarezinho, além de exercer forte pressão de seleção, ofertando apenas os 30% melhores touros da safra, é sua capacidade de produzir reprodutores Nelore CEIP eficientes em qualquer um dos biomas brasileiros”, destaca Motta.

Encerrando as palestras, as empresas parceiras da Jacarezinho promoveram dinâmicas voltadas à “Precisão na Agricultura: as técnicas mais avançadas de maquinário, manejo e irrigação”.

Três décadas na seleção de touros

Durante a programação, que ocorreu entre 7h30 às 16h, a Agropecuária Jacarezinho colocou à apreciação dos convidados touros Nelore de sua “reserva genética”, ou seja, abriu mão da nata dos reprodutores da safra 2019. Os animais seguiram com CEIP (Certificado Especial de Identificação e Produção), emitido pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.

Também significa que todos eles passaram por um rigoroso programa de avaliação genética, hoje conduzido pela CIA de Melhoramento. Entre as principais Diferenças Esperadas na Progênie (DEPs) mensuradas, é possível destacar a IPP (idade ao primeiro parto, precocidade sexual), o IFRIG (índice frigorífico) e o RMat (retorno maternal).

Traduzindo em miúdos, a IPP é um forte indicador de precocidade sexual e a RMat é uma estimativa do retorno econômico de cada vaca, por quilo de peso vivo produzido, sempre descontados dos custos de produção. Já o IFRIG é um indicador específico de qualidade frigorífica. Outro destaque é o “ICIAGen”, o índice que ranqueia os touros dentro do programa.

Referência no Nelore CEIP

A Agropecuária Jacarezinho nasceu em 1993 e está presente em quatro estados brasileiros. No Mato Grosso do Sul, estão as fazendas Novo Horizonte (município de Coxim) e São Sebastião (Corumbá); no Mato Grosso, fica a São Marcelo (com propriedades em Juruena e Tangará da Serra) e na Bahia abriga a Nova Terra, nos municípios de Wanderley e Cotegipe.

A base do plantel é formada por mais de 40 mil fêmeas, incluindo um seleto time de doadoras. O trabalho busca precocidade e fertilidade, além de alto e rápido desenvolvimento ponderal. Ainda traz consigo o trunfo de estar presente em três biomas diferentes: Amazônia, no MT; Pantanal, no MS; e Cerrado (transição para a caatinga), onde chove 700mm/ano, em média.

Com esse desenho geográfico, a Agropecuária Jacarezinho “prova que sua genética é adaptada a quaisquer condições de Brasil e mesmo de outros países tropicais, como já acontece”, explica Arnaldo Eijsink, CEO da empresa.


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