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Puxada pelo agro, economia gaúcha deve ter desempenho acima da média brasileira

  • Terça, 01 Junho 2021 09:37
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Jonatas Torresan
  • SEGS.com.br - Categoria: Agro
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Soja, fumo e máquinas agrícolas explicam as boas projeções no Rio Grande do Sul

A economia do Rio Grande do Sul deverá registrar crescimento superior à média brasileira em 2021, puxada pelo crescimento de importantes setores do agronegócio gaúcho. Para Rodrigo Feix, economista e professor da ESPM Porto Alegre, alimentos, insumos agropecuários e máquinas agrícolas serão os segmentos responsáveis pela expansão. “O bom desempenho da agropecuária fará a diferença na economia gaúcha já que, neste ano, as condições climáticas estão mais favoráveis. Enquanto a agropecuária responde por cerca de 5% do PIB brasileiro, no Rio Grande do Sul essa participação é superior, aproximando-se dos 10% em anos de forte expansão da produção agrícola”, afirma o economista.

Em 2020 a economia gaúcha registrou uma queda de 7,1%, enquanto a economia brasileira apresentou retração de 4,1%. O resultado negativo foi influenciado pela estiagem no Rio Grande do Sul, que reduziu significativamente o rendimento da safra 2019/20 em culturas como soja, milho e fumo.

Segundo estimativas do IBGE, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas crescerá 34,9% no estado, comparativamente a 4,1% no Brasil. Na soja, principal cultura agrícola do Rio Grande do Sul, o aumento estimado na produção é de 74% em 2021. Já na indústria do fumo, a previsão de expansão é de 24%. O estado também é o maior fabricante nacional de máquinas e equipamentos agropecuários cujas vendas subiram 22,2% no primeiro trimestre de 2021. Os dados são da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

De acordo com o especialista da ESPM Porto Alegre, as cotações dos produtos agrícolas e a taxa de câmbio também devem contribuir para a alta do PIB gaúcho acima da média nacional. “ A alta nas cotações internacionais das commodities agrícolas e a manutenção da taxa de câmbio em um nível historicamente depreciado estão contribuindo para preços mais atrativos para os produtores rurais. Essa renda adicional se traduzirá em expansão da demanda, com repercussões importantes para a economia regional”, diz Feix.


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