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6 dicas para usuários comuns e profissionais lidarem com a insegurança cibernética

  • Sexta, 18 Março 2022 10:22
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Lucio Agberto
  • SEGS.com.br - Categoria: Info & Ti
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Enquanto a tecnologia avança com ferramentas e recursos modernos, os crimes cibernéticos crescem em uma proporção sem precedentes. Os prejuízos dos brasileiros com as invasões de hackers vão do vazamento de dados à apropriação indevida de informações e de ambientes virtuais chegando, em muitos casos, à extorsão.

Somente no ano passado, segundo um levantamento divulgado pela Surfshark, cerca de 24,2 milhões de perfis brasileiros foram invadidos ou violados por conta de ataques. Esse dado torna o Brasil o sexto – entre 20 nacionalidades avaliadas – com mais casos de crimes cibernéticos. É importante alertar que a situação pode piorar com a chegada do 5G.

Segundo o Chief Software Achitect (CSA) da Lambda3, Giovanni Bassi, há pontos básicos que o usuário precisa manter em funcionamento e atualizados, enquanto utiliza o computador. “Para ter uma máquina mais segura, especialmente para quem tem Windows, é recomendável o uso de ferramentas que já vêm instaladas por padrão e que são gratuitas. Para antivírus, por exemplo, o ideal seria o Windows Defender. É essencial atentar-se à criptografia de disco, Firewall e UAC também”, sugere.

Além das proteções consideradas básicas, o especialista elenca seis formas de trazer mais segurança para o computador. Leia a seguir:

Proteção de login

“Utilizar o Windows Hello para fazer login no Windows é uma boa alternativa. O login com PIN é mais seguro que o com senha. Para os casos de computadores mais modernos, o ideal é fazer login com biometria, usando a digital ou o reconhecimento facial (evitando PIN e senha)”, sugere Bassi.

Incluir senha na BIOS

“Inclua uma senha na BIOS do computador. Se ele for roubado, por exemplo, as pessoas que se apropriarem indevidamente dele não conseguirão alterar nenhuma configuração de segurança. Procure como fazê-lo no manual da máquina – é possível encontrá-lo online”, diz.

Habilite o Secure Boot na BIOS

“Se a máquina suportar, habilite o Secure Boot / Inicialização segura. Isso vai trazer proteção não somente de ataques externos, mas também de vírus e outras ameaças. O Secure Boot vai analisar se os arquivos de inicialização foram corrompidos e trará as informações necessárias”, indica o CSA da Lambda3.

Mantenha o computador atualizado

“Esse é o maior terror dos invasores. Tanto quanto manter as configurações de segurança funcionando, conservar o PC atualizado ajuda a resolver a maior parte dos problemas. Dificilmente ele será invadido se estiver atualizado. Para isso, mantenha o Windows Update ligado, deixe-o atualizar normalmente e, assim, os riscos serão menores”, afirma.

Use Linux

“A dica a seguir é para o pessoal técnico: use Linux. O domínio do Windows, com cerca de 90% do mercado de PCs no mundo, o coloca como o principal foco para ataques. Utilizar o Linux tira a máquina desse foco. No entanto, se o usuário não conhece o sistema operacional, a curva de aprendizado será alta. Para as pessoas que não são da área de tecnologia, pode ser muito difícil. Deste modo, comece com uma distribuição mais amigável, por exemplo, o Ubuntu”, recomenda.

O especialista traz ainda outro alerta. “Cuidado, porque manter tudo funcionando corretamente no Linux pode ser mais difícil do que o imaginado. Desde fazer o Wi-Fi funcionar, até manter firewall habilitado, ou até criptografia de disco, tudo é mais complexo. Esse último ponto, particularmente, traz incômodos. A criptografia de disco inteiro, que o Windows resolve trivialmente e integrando com o TPM, ainda é quase inexistente no Linux. O melhor que o profissional terá hoje em dia, sem precisar reconfigurar o sistema todo pela linha de comando, é uma criptografia de disco inteiro com senha, sem integração com o TPM”, completa.

Proteja seu DNS

“Outra recomendação para profissionais é que instalem um servidor próprio de DNS e conecte-o usando DoH ou DNS over TLS. Uma opção barata para fazer isso é por meio de um Raspberry Pi (recomendo o 3 ou melhor) com Pi-hole”, conclui Giovanni Bassi.


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