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Tecnologia é aliada de transportadoras para superar desafios com logística brasileira

  • Quarta, 16 Fevereiro 2022 11:50
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Bruno Benite
  • SEGS.com.br - Categoria: Info & Ti
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Utilização de robôs, inteligência artificial, big data e serviços diferenciados são estratégias utilizadas no setor para desenvolver um bom serviço mesmo diante dos desafios

Reconhecidamente o meio de abastecimento mais utilizado no Brasil, o setor de transporte rodoviário de cargas não para de crescer. Mesmo em um período de instabilidade econômica, ocasionado principalmente pelo longo período de pandemia, o segmento cresceu 38% no primeiro quadrimestre de 2021, em comparação ao mesmo período de 2020, de acordo com o Índice de Movimentação de Cargas do Brasil, passando de R$ 2,1 trilhões em movimentações registrados para R$ 3 trilhões.

Apesar do aumento na demanda de cargas e o consequente crescimento das empresas, o setor continua esbarrando nos gargalos logísticos ocasionados pela falta de investimento na infraestrutura do país. Segundo dados da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), o total estimado de investimentos em infraestrutura de transportes e logística vão somar R$ 124,3 bilhões entre 2022 e 2026. Porém, ainda de acordo com a entidade, este cenário de investimentos não é suficiente para o país eliminar os desafios que atrapalham a produção e o crescimento econômico. Nas contas da Abdib, os investimentos em transportes e logística, por exemplo, deveriam representar o equivalente a 2,26% do Produto Interno Bruto (PIB), ou algo como R$ 161 bilhões por ano.

Diante desses investimentos insuficientes, as empresas que atuam com o transporte de cargas precisam desenvolver um planejamento diferenciado para cada região e necessidade de seus clientes. Segundo Guilherme Juliani, CEO do Grupo MOVE3, detentora das empresas Flash Courier e Moove+ que atuam no segmento, “o Brasil é um país de dimensões continentais, com diversos desafios de logística, aeroportuários, entraves de barreiras, ferroviários, rodoviários e com uma demanda logística muito específica. Precisamos entender a realidade dos diferentes stakeholders e como cada região possui um desafio distinto. Acredito que chegar até o que chamamos de locais de risco e levar a esses moradores o direito ao serviço de logística é um dos principais desafios no Brasil hoje. Atender todos os locais com qualidade passa por entender as diferentes realidades que temos no país, e isso demanda planejamento e adaptação”.

Além disso, as empresas dos setores ligadas à logística estão cada vez mais investindo em novas tecnologias que auxiliam no desenvolvimento de suas atividades e na superação dos desafios impostos pela infraestrutura brasileira. “Inovar nossos processos com o auxílio da tecnologia nos permite criar serviços mais eficientes e que garantem maior segurança e qualidade dos processos. No Grupo MOVE3 foi clara a evolução que tivemos quando começamos a adaptar nossa operação com novas esteiras e robôs, ou quando criamos serviços como lockers e pontos de retirada, que ajudaram a reduzir os índices de devolução. Ainda, ter implementado em nosso sistema tecnologias como big data e machine learning nos permitiu focar no planejamento da nossa empresa, tornando a tecnologia uma aliada da operação”, adiciona Guilherme.

De forma geral, os setores que compõe a logística brasileira conseguiram se adaptar bem aos desafios e seguem movimentando a economia do país. “Mesmo com as dificuldades que conhecemos, nós brasileiros realizamos um trabalho de maneira brilhante e desenvolvemos padrões não vistos em diversos lugares do mundo. Acredito que temos potencial para sermos destaque na realização de serviços, e o que falta, já há algum tempo, é um investimento mais assertivo por parte das nossas autoridades”, finaliza o CEO.

Sobre Guilherme Juliani:

CEO do Grupo MOVE3, Guilherme Juliani é graduado em Administração de Empresas pela PUC do Rio de Janeiro e pós-graduado em Gestão de Transportes pela Fundação Dom Cabral, além disso é formado pela Harvard Business School em Negócios e Comércio e pela Oxford University em Negociação.


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