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Ferramentas digitais impulsionam varejo em 2022

  • Segunda, 29 Novembro 2021 08:31
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Ana Borges
  • SEGS.com.br - Categoria: Info & Ti
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Empresas descobriram ferramentas tecnológicas que podem aumentar seus desempenhos no pós-isolamento. Especialistas alertam ainda para mudança de hábito de consumo, que vai demandar cada vez mais soluções inovadoras

No começo era uma necessidade, em função das restrições sanitárias, mas mesmo com o retorno do comércio e serviços presenciais, os investimentos para inovar no comércio eletrônico só crescem, indicando que as práticas do consumo e de soluções online se tornaram pilares do “novo normal”. Somente no primeiro semestre deste ano, o e-commerce no Brasil chegou à marca de R$ 53,4 bilhões em faturamento, atingindo crescimento de 31% em relação ao mesmo período em 2020, segundo relatório feito pela Ebit | Nielsen, plataforma especializada em pesquisas sobre o mercado virtual brasileiro.

De acordo com o sócio da consultoria de Inovação e Venture builder Play Studio, Rodrigo Burgers, com a pandemia, muitas plataformas se depararam com uma demanda mais acelerada, de um dia para o outro. Além disso, empresas que antes pouco exploravam as ferramentas digitais em seus negócios tiveram que se adequar para sobreviver. Uma alternativa encontrada por elas e que deve se fortalecer em 2022 são os marketplaces, uma forma rápida e barata de empreender online. “Temos visto resultados acima do esperado para esse formato desde o começo do isolamento, o que deve se manter porque a sociedade se acostumou com a praticidade. Não só os consumidores, mas as próprias empresas também se beneficiam das soluções digitais, em qualquer momento, seja de crise ou não”, afirma.

Em outubro, a 100 Open Startups, principal plataforma internacional de conexão entre corporações e startups, listou os dez marketplaces mais atraentes para empresas consolidadas se relacionarem. Os critérios para pontuação da iniciativa refletem a quantidade e a intensidade dos relacionamentos entre as partes, e uma das startups citadas se destaca justamente pelas ações inovadoras durante o período pandêmico: a Closeer. Por meio de um aplicativo intuitivo e seguro, a startup atua desde 2019 fazendo a conexão entre trabalhadores freelancers às empresas que necessitam de mão de obra temporária, atendendo setores como hotelaria, foodservice, varejo e, mais recentemente, o farmacêutico. Esta expansão para o atendimento às drogarias e farmácias se deu em período onde a demanda desse segmento aumentou, facilitando a vida dos estabelecimentos e redes parceiras.

Em julho deste ano, a plataforma também lançou um sistema de qualificação profissional chamado EduCloseer, que utiliza vídeos para treinamento dos profissionais cadastrados, de acordo com as necessidades de cada empresa presente no aplicativo. Walter Vieira, CEO da Closeer, conta que a ideia da startup com a medida é fortalecer o modelo autônomo, que se tornou preferência de muitos brasileiros e, hoje, é uma alternativa viável perante ao alto índice de desemprego. “Cada empresa tem as suas particularidades e nós permitimos que elas contribuam na nossa plataforma, trazendo os requisitos desejáveis para os profissionais que queiram contratar. Todo esse ecossistema vem, de fato, favorecer o profissional e o mercado, onde vamos oferecer um nível de serviço mais elevado. Vamos entregar profissionais mais preparados para os serviços sob demanda”, aponta.

Somente no primeiro semestre de 2021, a Closeer registrou um crescimento de 60% em sua base de clientes. Segundo o CEO da empresa, os investimentos em melhorias e novas soluções vão se intensificar em 2022. “Nós acreditamos muito no modelo de trabalho conhecido no mundo como Gig Economy, que é marcado por relações mais flexíveis e com auxílio das tecnologias atuais. Não é somente uma tendência para o futuro, em muitos lugares já é realidade, principalmente devido à instabilidade econômica que prejudica as contas das empresas, que deixam de contratar por falta de condições. Esse modelo tem gerado mais oportunidade que os empregos formais e, somente no primeiro semestre deste ano, gerou mais de R$ 3 bilhões de renda em todo o País”, afirma Walter Vieira.


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