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Lucro em Risco: falta de infraestrutura sabota o consumo em eventos

  • Quarta, 10 Dezembro 2025 18:19
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Diego Krüger
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Bateria vazia do cliente é um dos gargalos de faturamento do comércio noturno (DKCom IA)

Setor de Eventos no Brasil deve movimentar R$ 141 bilhões em 2025, mas "a conta que não fecha" é a da bateria

Com crescimento de 19% no ano, segmento de casas noturnas e festivais vê risco de perda de faturamento; dependência do celular para pagamento e interação social vira o principal gargalo.

O setor de eventos e entretenimento noturno no Brasil vive seu melhor momento, com projeção de movimentar mais de R$ 141 bilhões e registrar crescimento de até 19% em 2025, consolidando sua importância econômica no país. No entanto, esse avanço recorde é diretamente ameaçado por um problema tecnológico comum, mas com grande impacto financeiro: a falta de bateria no celular dos frequentadores.

A casa noturna, que hoje depende do consumo digital para potencializar a arrecadação, enfrenta o risco de perder vendas significativas quando o cliente é impedido de realizar transações, acessar carteiras digitais ou até mesmo solicitar transporte por aplicativos.

Experiência do cliente

A retomada acelerada do setor transformou as experiências noturnas. Segundo dados do mercado, a preferência por pagamentos digitais (Pix e cartões por aproximação) é majoritária, e a entrada em eventos muitas vezes exige o e-ticket no smartphone.

Em um contexto de faturamento recorde, o cliente sem bateria é um cliente com consumo restrito. O problema não afeta apenas a experiência individual, mas subtrai uma parcela considerável da arrecadação total das casas noturnas e organizadores de eventos, que falham em fornecer uma infraestrutura de suporte à demanda energética.

Visão do Especialista

Para Marco Abate, Diretor da Fast Charger e especialista em soluções de energia móvel para o segmento, o problema se tornou uma questão de infraestrutura operacional e faturamento.

“A dependência do smartphone nos ambientes de lazer noturno é total, desde a entrada (e-ticket) até o consumo (pagamentos via Pix ou carteiras digitais). Quando o cliente fica sem bateria, ele para de consumir e, muitas vezes, é forçado a deixar o local. O prejuízo invisível pode subtrair uma porcentagem significativa do faturamento recorde do setor, que investiu na atração de público, mas não em sua permanência e poder de compra,” afirma Abate.

O executivo ressalta que a instalação de totens e carregadores portáteis em pontos estratégicos não é mais um diferencial, mas sim uma necessidade operacional que garante o tempo de permanência e o potencial de gasto do público.

Energia que move

Para que o crescimento de 19% não seja comprometido, o setor de entretenimento noturno precisa urgentemente tratar a disponibilidade de energia móvel como parte do serviço essencial ao consumidor, garantindo que o ciclo de consumo do cliente não seja interrompido por falhas tecnológicas básicas. A solução passa pela integração de serviços como carregamento de celular nos ambientes, transformando o "gargalo da bateria" em uma nova fonte de satisfação e segurança para o consumidor.

FAST CHARGER é a empresa líder no segmento de soluções de energia móvel, especializada em carregadores portáteis e totens de carregamento de celular. Sua missão é fornecer infraestrutura energética para eventos, casas noturnas, aeroportos e shoppings, garantindo que o público permaneça conectado e com poder de consumo ativo.

Bullets de Dados Principais (Destaques para o Leitor)

R$ 141 Bilhões: É o valor projetado de movimentação do setor de eventos no Brasil em 2025.
19%: É o crescimento registrado pelo setor de eventos no primeiro semestre de 2025.
Risco Invisível: A falta de bateria interrompe o ciclo de consumo (pagamentos via Pix, cartões) e força a saída precoce do cliente.
Solução: Infraestrutura de carregamento móvel é a chave para garantir o poder de compra e permanência do público.

Box Informativo: A Revolução Digital no Consumo Noturno

A vida noturna moderna é digitalmente integrada. O celular é o principal meio de:

Identificação: Ingressos e vouchers digitais.
Transação: Pagamento via Pix, aproximação ou carteiras digitais.
Interação: Redes sociais para fotos, check-ins e comunicação com o grupo.
Segurança: Pedido de transporte por aplicativo ao final do evento.

Fontes Utilizadas

Projeções de crescimento e faturamento (R$ 141 Bi, 19%) do Setor de Eventos e Entretenimento em 2025 (Referências baseadas em relatórios da Abrape, Jornal de Brasília e Transamérica Expo Center).


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