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Tradições natalinas fortalecem vínculos afetivos e ensinam às crianças sobre a essência da solidariedade

  • Terça, 09 Dezembro 2025 18:40
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Elenice Cóstola
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Crédito: Freepik

Atividades em família ajudam a valorizar os presentes e os momentos vividos, e não apenas o consumo

Mais do que uma celebração familiar, a época natalina é marcada pela magia e pelo espírito de solidariedade. Pais e responsáveis podem aproveitar a ocasião para, além da troca de presentes, estimular gestos de partilha entre os pequenos, como a doação e o compartilhamento de brinquedos. “Incentivar a criança a entregar os presentes pessoalmente e ver a expressão de gratidão de quem recebe amplia a consciência social e fortalece a empatia”, explica a psicopedagoga Paula Furtado.

A profissional destaca que outra maneira de cultivar esse sentimento de afeto e união é ensinar a criança a expressar gratidão, seja escrevendo cartões de agradecimento ou falando sobre o que mais gostou da época natalina. Isso, segundo Paula, ajuda a valorizar os presentes e os momentos vividos, e não apenas o consumo.

As conversas e atividades em família também podem incluir ocasiões dedicadas a contar e ouvir histórias que remetem ao Natal, sejam de ficção ou ligadas às memórias da própria família. A prática reforça os vínculos afetivos ao valorizar a presença uns dos outros e resgata a atmosfera do tradicional “era uma vez”, contribuindo para um ambiente de encantamento e conexão entre os participantes.

Aprendizado proporcionado pela data

Quando as crianças criam expectativas em relação a itens específicos, especialmente aqueles que fogem do orçamento familiar, os pais podem conduzir uma conversa acolhedora e realista.

Uma orientação da educadora é explicar que o Papai Noel possui um limite de gastos, já que precisa atender aos pedidos de muitas outras crianças. Dessa forma, ele nem sempre consegue entregar itens muito caros, e por isso é importante escolher opções mais acessíveis. “A abordagem também contribui para que a criança compreenda, de maneira leve e adequada à idade, a realidade financeira da família e a importância de ajustar os desejos ao que é possível”, explica a profissional.

Papai Noel existe?

A crença sobre a existência do Papai Noel costuma coincidir com uma fase do desenvolvimento infantil em que o pensamento da criança é bastante concentrado na fantasia. Esse período acontece dos 6 meses aos 7 anos, aproximadamente, e se intensifica por volta dos 2 anos, quando a linguagem se desenvolve e o imaginário ganha força.

Segundo a psicopedagoga, esse processo é altamente individual, e a “descoberta da verdade” deve ocorrer de maneira espontânea, sem que os pais se antecipem. Caso a criança questione diretamente — “É verdade que o Papai Noel não existe?” — a orientação é responder de forma acolhedora, preservando o encanto que essa fantasia carrega. Uma alternativa é dizer que “o Papai Noel existe para quem acredita nele”, respeitando o tempo emocional da criança e evitando uma ruptura brusca com esse universo simbólico.

Sobre Paula Furtado

Paula é pedagoga, formada pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), com especialização em Psicopedagogia, Neuropsicopedagogia (Facon-SP), Educação Especial, Arte de Contar Histórias e Arteterapia pelo Instituto Sedes Sapientiae e Leitura e Escrita, também pela PUC-SP. A profissional já atuou como assessora pedagógica em escolas públicas e particulares.

Paula Furtado atende crianças e adolescentes com dificuldades de aprendizado, incluindo casos complexos envolvendo traumas e situações de vulnerabilidade emocional. Nesta área da educação, a pedagoga ministra cursos para formação de educadores nas instituições de ensino público e particular e realiza palestras para pais sobre a importância de contar histórias.

Autora de mais de 100 livros infantojuvenis e criadora de jogos pedagógicos inovadores, Paula também escreve para revistas especializadas em educação e infância. A especialista em educação exerceu a função de coordenadora e supervisora psicopedagógica em diversas publicações infantis (Contos de fadas, Lendas e Folclore) com Girassol Brasil e MSP Estúdios.


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