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Climatização: uma escolha por responsabilidade ambiental e sustentabilidade

  • Sexta, 17 Janeiro 2025 18:15
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Redação MXP
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Sistemas que promovem conforto térmico com economia de recursos estão na pauta de empresas preocupadas com o meio ambiente e o bem-estar dos colaboradores

Temperaturas acima da média, seca persistente, agravada por mais calor e menos chuva. As previsões validadas por centros internacionais de meteorologia, como o britânico Met Office, o programa europeu Copernicus, e também pelo Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) indicam para 2025 a continuidade de alterações significativas do clima observadas em anos anteriores. Esta realidade, agravada por sucessivas ondas de calor, vem exigindo das empresas sistemas de climatização que contemplem o conforto térmico e a saudabilidade dos ambientes com responsabilidade ambiental e sustentabilidade.

Estudo apoiado pela Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura) revela que as mudanças climáticas, acompanhadas por eventos extremos, não são temas indiferentes para oito entre dez brasileiros. A preocupação da população, juntamente com macrotemas relacionados ao clima do Planeta, tem lugar de honra nas discussões da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP-30), que será realizada este ano, em Belém (PA).

No dia a dia de empresas que demonstram preocupação com o meio ambiente, a pauta destaca a produtividade associada à sustentabilidade dos negócios. Neste ponto, é imperativo que as estratégias tenham como foco o bem-estar dos colaboradores, assim como o uso racional de energia.

Um dos equipamentos com a função de resfriar os ambientes, o ar-condicionado tem sido a escolha em empresas, comércios e mesmo em residências. Mas se por um lado o aparelho combate o calor extremo, por outro seu funcionamento intensivo resulta em aumento considerável do consumo de energia elétrica e emissões de gases de efeito estufa. Nestas condições, a adoção de tecnologias de climatização mais sustentáveis se faz necessária.

A Ecobrisa Climatizadores Evaporativos, referência no mercado nacional, desenvolveu um equipamento que difere dos aparelhos de ar-condicionado por reduzir a temperatura de maneira eficaz, ao mesmo tempo em que filtra o ar para todo o ambiente de maneira uniforme.

No caso das empresas, com o climatizador evaporativo é possível manter abertas as portas de galpões de indústrias, depósitos e outras estruturas. “A tecnologia permite a circulação de pessoas, sem que haja interferência ou prejuízos na climatização e renovação do ar”, afirma o empresário Juan Carlos Ormachea, que responde pela Ecobrisa.

Sem a utilização de fluidos refrigerantes químicos, como nos sistemas de ar-condicionado com compressores, os climatizadores dependem principalmente da evaporação da água, reduzindo consideravelmente as emissões de gases prejudiciais. “Além disso, os sistemas evaporativos são duráveis, de fácil instalação e não possuem refrigerantes químicos que necessitem ser gerenciados”, pontua Ormachea. Os climatizadores também contam com recursos para controle e até mesmo automação, permitindo o monitoramento eficiente do desempenho.

Também relevante, segundo Ormachea, é o consumo de energia. Reconhecidos pela alta eficiência energética, os climatizadores evaporativos reduzem a conta de energia em até 95% quando comparados aos aparelhos de ar-condicionado, pois dependem do princípio natural da evaporação da água para resfriar o ambiente.

Para o empresário, outra característica bastante desejável do sistema é a capacidade de adaptação a condições climáticas variáveis. Os climatizadores evaporativos podem fornecer resfriamento eficiente em ambientes com temperaturas mais altas e baixa umidade, o que os torna ideais para regiões com climas quentes. Também são capazes de fornecer umidificação do ar em climas muito secos.

“As mudanças climáticas com as quais convivemos sinalizam um cenário desafiador. Desta forma, precisamos considerar a transição para tecnologias mais eficientes, que não agridam o meio ambiente, preservem a saúde humana e promovam ainda a sustentabilidade dos negócios”, conclui Juan Ormachea.


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