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Rede Biomar apresenta plano para a conservação do oceano durante conferência da ONU em Portugal

  • Sexta, 24 Junho 2022 13:35
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Danielle Cameira
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Com participação presencial e virtual, a Biomar irá apresentar seu Planejamento Integrado para conservação de espécies e habitats para o período de 2021 a 2030

Entre os dias 27 de junho e 01 de julho, líderes mundiais, organizações de proteção e conservação marinha, e representantes da academia de todo o mundo estarão reunidos em Portugal para debater sobre o presente e o futuro de nosso planeta, na Conferência dos Oceanos das Nações Unidas. Representando o Brasil, a Rede de Conservação da Biodiversidade Marinha (Rede Biomar), formada por cinco dos maiores projetos de conservação do Oceano do país, os projetos Albatroz, Baleia Jubarte, Coral Vivo, Golfinho Rotador e Meros do Brasil, patrocinados pela Petrobras por meio do Programa Petrobras Socioambiental, vão participar da programação paralela (side events) da conferência para apresentar as diretrizes de seu Planejamento Estratégico Integrado para a próxima década. A apresentação será feita em um evento online, dia 29, transmitido ao vivo, entre 9h e 11h (horário de Brasília), com a presença de representantes dos Projetos Meros e Jubarte, diretamente de Lisboa, e dos demais projetos remotamente, no Brasil.

A Conferência dos Oceanos das Nações Unidas reunirá a comunidade internacional para debater questões críticas sobre a saúde dos Oceano, tais como: poluição marinha, conservação e restauração de ecossistemas, pesca sustentável e alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), em especial, o número 14 - Vida na Água, que está ligado diretamente a preservação dos mares e a do Oceano. Seu objetivo é incentivar decisores mundiais a aumentarem a ambição, mobilizarem parcerias e ampliarem o investimento em abordagens científicas e inovadoras, além de empregar soluções baseadas na natureza para reverter os efeitos da degradação do nosso Oceano global.

Alinhada a essas diretrizes, a Rede Biomar vai apresentar seu Planejamento Estratégico Integrado com o intuito de ressaltar a conectividade e as ações que movem os projetos com vista à saúde do Oceano e das espécies. “Esta é também uma oportunidade de revelar o nosso legado de vida, de trabalho e a nossa missão: o cuidado com as espécies não humanas, todos os seres que compartilham conosco a mesma existência”, destaca Maíra Borgonha, gerente geral do Projeto Meros do Brasil.

O Planejamento foi baseado na elaboração de uma Teoria da Mudança da Rede Biomar, que identifica transformações socioambientais positivas, notáveis e mensuráveis que precisam ser geradas para a conservação da biodiversidade marinha e promoção de um Oceano sustentável. A Teoria da Mudança prevê que será necessária uma série de transformações ecológicas, econômicas e culturais que levem para uma interação mais sustentável da ação humana em face da biodiversidade marinha que resultem na melhoria no estado geral de conservação do Oceano.

Para o novo decênio, foram definidos eixos estratégicos de atuação: geração de conhecimento, conscientização, socioeconomia, impacto social, conservação, além de eixos complementares de reputação, relacionamento e transformação digital. Para isso, é essencial sensibilizar e alertar tomadores de decisão e a sociedade em geral para, através do engajamento, gerar políticas públicas mais adequadas e assertivas para a continuidade dos serviços ambientais prestados pelo Oceano, além de levar a sociedade a rever padrões e modelos de produção e práticas de consumo.

“O nosso profundo desejo de unidade entre seres humanos e natureza é manifesto aqui nesse espaço e tempo. Esse é o nosso presente, o nosso agora: inspirar pessoas a tornarem-se defensoras das espécies e da vida, de todas as formas de vida. Que esse seja o futuro, e que ele comece agora”, comenta Maíra.

De acordo com Peter Thomson, enviado especial da ONU para a Conferência dos Oceanos, a principal expectativa do encontro está nos eventos paralelos. “Em Lisboa, queremos estimular, fora do processo formal, a inovação e o entusiasmo de novas ideias. Isso acontecerá nos eventos paralelos. Estou muito confiante de que haverá esse tipo de inovação visível, fruto da atmosfera que é criada em torno do núcleo central da conferência."

SOBRE A REDE BIOMAR

Referência em ações de conservação em todo o Brasil, a Rede Biomar nasceu do empenho em otimizar os esforços institucionais, visando a obter excelência em projetos de biodiversidade marinha. Os Projetos convergem conhecimentos e experiências para a realização de ações conjuntas e são atuantes na proteção de espécies e ecossistemas marinhos brasileiros.

Juntos, nos primeiros 10 anos, os Projetos Albatroz, Baleia Jubarte, Coral Vivo, Golfinho Rotador e Meros do Brasil já envolveram mais de 9 milhões de pessoas em ações de sensibilização e educação ambiental; produziram mais de 720 publicações técnicas e científicas; apoiaram a elaboração e execução de seis Planos de Ação Nacionais; participaram de mais de 2.230 fóruns nacionais e internacionais e geraram mais de 7.670 matérias na mídia que fortalecem a importância desse trabalho.

SOBRE O PROJETO ALBATROZ

Reduzir a captura incidental de albatrozes e petréis é a principal missão do Projeto Albatroz, que tem o patrocínio da Petrobras. O Projeto é coordenado pelo Instituto Albatroz - Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP) que trabalha em parceria com o Poder Público, empresas pesqueiras e pescadores.

A principal linha de ação do Projeto, nascido no ano de 1990, em Santos (SP), é o desenvolvimento de pesquisas para subsidiar Políticas Públicas e a promoção de ações de Educação Ambiental junto aos pescadores, jovens e às escolas. O resultado deste esforço tem se traduzido na formulação de medidas que protegem as aves, na sensibilização da sociedade quanto à importância da existência dos albatrozes e petréis para o equilíbrio do meio ambiente marinho e no apoio dos pescadores ao uso de medidas para reduzir a captura dessas aves no Brasil.

Atualmente, o Projeto mantém bases nas cidades de Santos (SP), Itajaí e Florianópolis (SC), Itaipava (ES), Rio Grande (RS), Cabo Frio (RJ) e Natal (RN).


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