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John Wesley: 318 anos de um legado de fé

  • Terça, 22 Junho 2021 10:46
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Lana Carvalho
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Depois de 54 anos de ministério, Wesley faleceu em 2 de março de 1791. Na noite anterior à sua morte, declarou: “O melhor de tudo é que Deus está conosco!”.

Na próxima segunda-feira (28), comemora-se o aniversário de John Wesley, um dos grandes pregadores do século 18, com mais de 50 anos de ministério. Para celebrar a data e honrar o legado deste grande homem de Deus, separamos um trecho de John Wesley do livro Grandes pregadores falam sobre santidade, de Publicações Pão Diário. Confira:

O PECADO EM QUEM CRÊ

Por JOHN WESLEY

…se alguém está em Cristo, é nova criatura.

—2 Coríntios 5:17

Existe, então, pecado naquele que está em Cristo? O pecado permanece em alguém que crê no Filho de Deus? Quem é nascido de Deus tem algum pecado ou está totalmente liberto dele? Ninguém imagine isso como uma questão de mera curiosidade ou de pouca importância, quer se conclua ser de uma maneira ou da outra. Pelo contrário, para todo cristão sério, esse é um ponto de extrema importância cuja resolução está fortemente relacionada tanto à sua felicidade presente quanto à eterna.

No entanto, não sei se houve essa controvérsia na Igreja Primitiva. De fato, não havia espaço para debate acerca dessa questão, dado que todos os cristãos eram concordantes. E, até onde observei, todo o corpo dos cristãos da antiguidade que nos deixaram algo escrito declara, em uníssono, que até mesmo os que creem em Cristo, até serem “fortalecidos no Senhor e na força do seu poder”, têm necessidade de “[lutar] contra o sangue e a carne”, contra uma natureza maligna e “contra os principados e potestades”.

E nisso a nossa própria igreja (como, de fato, na maioria dos aspectos) copia exatamente a Primitiva, declarando em seu Artigo Nono: “O pecado original é a corrupção da natureza de todo homem, pela qual o homem é, em sua própria natureza, inclinado ao mal, de modo que a carne cobiça o oposto do Espírito. E essa infecção da natureza permanece, sim, nos regenerados, por meio da qual a concupiscência da carne, chamada em grego phronema sarkos, não está sujeita à lei de Deus. E, embora não haja condenação para o que crê, essa concupiscência tem em si a natureza do pecado”.

O mesmo testemunho é dado por todas as outras igrejas; não somente pela igreja grega e romana, mas por toda igreja reformada da Europa, de qualquer denominação. De fato, algumas delas parecem levar a coisa longe demais, descrevendo a corrupção do coração de um cristão de maneira tão escassa que permite que ele tenha domínio sobre essa corrupção, quando na realidade ele se mantém escravo dela; e, por esse meio, dificilmente fazem qualquer distinção entre quem crê e quem não crê.

Para evitar esse extremo, muitos homens bem-intencionados, particularmente os discípulos do falecido Conde Zinzendorf, esbarraram em outro, afirmando que “todos os que verdadeiramente creem são salvos, não somente do domínio do pecado, mas do ser do pecado interior e exterior, de modo que não mais permanece neles”. E deles, muitos de nossos compatriotas absorveram a mesma opinião, de que nem mesmo a corrupção da natureza existe mais em quem crê em Cristo.

É verdade que, quando os alemães foram pressionados quanto a isso, logo admitiram (muitos deles, pelo menos) que “o pecado ainda permanece na carne, mas não no coração de quem crê”; após certo tempo, quando o absurdo disso foi demonstrado, deixaram de sustentar essa ideia, admitindo que o pecado ainda permanecia, embora não reinasse, em quem é nascido de Deus.

Os ingleses, porém, que haviam recebido deles aquele conceito (alguns diretamente, outros de segundos ou terceiros), não foram tão facilmente convencidos a se separar de uma opinião favorita e, mesmo quando a maioria deles se convenceu de que ela era totalmente indefensável, não foi possível persuadir alguns a desistir e estes a mantêm até hoje.

Trecho de Grandes pregadores falam sobre santidade, págs. 31-33, de Publicações Pão Diário.

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