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Quase a metade dos brasileiros não sabe identificar própria ideologia, mostra Ideia Big Data

  • Quarta, 15 Julho 2020 11:21
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Tiago Pariz
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Pesquisa realizada pelo Ideia Big Data sobre o perfil político e social dos brasileiros em 2020 mostrou que quase metade da população não tem ideologia política e que há uma tendência pela liberdade da produção cultural e da defesa da preservação do meio ambiente. O levantamento foi feito e divulgado durante os paineis do Brazil Forum UK realizados entre 15 de junho e 10 de julho.

Segundo a pesquisa, 33% dos entrevistados disseram que nunca tiveram posicionamento político, enquant 15% afirmaram que já tiveram e hoje não tem mais ideologia. "Se considerarmos esses dois percentuais mais os 14% que desconhecem a ideologia que defendem, temos 62% de pessoas que não sabem onde classificar a própria orientação no espectro ideológico", afirmou o CEO do Ideia, Maurício Moura.

No perfil de 2020, 36% da população afirmou ter alguma orientação ideológica, sendo que metade disse ser de direita ou centro direita. Apenas 11% se classificam como de esquerda ou centro esquerda, sobrando apenas 9% dos que se posicionam ao centro.

Outro indício da baixa politização dos brasileiros é o fato de haver leve tendência na defesa de que é mais importante ter posicionamento religioso (20%) do que político (17%). Para 34%, é importante ter posição sobre ambos os temas.

DESAFIOS PARA A CULTURA

O levantamento do Ideia buscou também medir o posicionamento dos brasileiros em relação à cultura. Do total, 50% afirmaram ser contrários aos controles de produção e da liberação de recursos apenas para obras de interesse do governo. E 25% responderam não ser papel do Estado e sim de empresas e pessoas investir em cultura.

Apesar isso, metade dos entrevistados ainda defende o incentivo à produção de todo e qualquer tipo de manifestação cultural, mesmo que não seja do agrado. Porém, 53% entendem que, por receber recursos públicos, a produção cultural nacional deve sempre exaltar as belezas e qualidades do Brasil.

Para melhor entender o perfil dos brasileiros em relação à Cultura, o Ideia dividiu a população em cinco grupos com base em suas respostas. Os grupos ficaram da seguinte forma representativa (veja a arte): Culturalistas (16%), que defende a expressão cultural livre e sem interferência do estado; Brasilianistas (16%), que são favoráveis à livre expressão, mas que a produção deve exaltar as qualidades do país; Neutros (29%), Controladores (15%), que pregam a ausência de recursos públicos, mas o controle da produção; e Censuradores (24%), que defende investimento e controle estatal.

MEIO AMBIENTE

A pesquisa do Ideia também mediu a visão dos brasileiros sobre governança florestal e o desmatamento da Amazônia no papel de combate ao aquecimento global. Na questão sobre a melhor forma de combater o aquecimento global, 53% disseram concordar que não se pode permitir a exploração da floresta amazônica. Outros 48% responderam ser favoráveis com o fato de o governo seguir as orientações de organismos internacionais, como ONU, WWF e Greenpeace. Quando questionados sobre se a exploração dos recursos naturais da floresta prejudica o crescimento da economia, 43% discordaram e 21% concordaram.

O Ideia concluiu que a questão da exploração dos recursos naturais da Amazônia está ligada à dinâmica regional. São os moradores da região Norte que mais apoiam as ações de exploração refletindo a organização da economia local nos setores da agricultura e indústria, responsáveis por 37% do PIB local (contra a média de 26% nacional).

DEMOCRACIA E LIBERDADE EM BAIXA

O levantamento ainda questionou os entrevistados sobre quais pontos os brasileiros devem ficar atentos em 2020. O principal ponto foi saúde de qualidade, importante para 61%, seguido por educação de qualidade (51%), meio ambiente (48%), segurança pública (47%). Bem atrás aparecem liberdade de expressão (14%), democracia (12%), redução das desigualdades (11%), direitos humanos (8%) e acesso à cultura (4%) e valorização da ciência (3%).

O levantamento foi realizado com 1.523 pessoas entre a ultima semana de março e primeira de abril deste ano e tem margem de erro de 4 pontos percentuais.


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