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Ele começou como office boy em uma farmácia e hoje é dono de uma empresa de controle de pragas

  • Sexta, 03 Julho 2020 10:35
  • Crédito de Imagens:Divulgação - Escrito ou enviado por  Julia Bispo
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Após duas tentativas de abrir o próprio negócio e uma dívida de R$ 200 mil, David Rodrigues criou, em 2011, a Foco Dedetizadora

Na adolescência, dos 13 aos 17 anos, David Rodrigues trabalhou na farmácia de seu pai, como caixa, office boy e balconista. Pouco antes de chegar à maioridade, conseguiu uma vaga de estágio em uma indústria farmacêutica na cidade de Belo Horizonte, Minas Gerais. Após cinco anos na empresa, recebeu uma proposta de seus coordenadores: ser supervisor da linha hospitalar e gerenciar mais de cem pessoas. Ao liderar uma equipe, o jovem percebeu que poderia ir além na sua carreira e traçar novos caminhos. Em 2009 decidiu empreender. Convidou quatro amigos e montaram uma marca de roupas masculinas. Paralelo, Rodrigues também criou uma loja de roupas femininas.

“Foi muito bom conhecer esse setor de saúde e coordenar equipe, achei que essa bagagem seria suficiente para cuidar das duas lojas. Mas ambos os negócios duraram apenas dois anos. Percebi que era inexperiente ainda no empreendedorismo e isso causou problemas na gestão. Fiquei desempregado e devendo R$ 200 mil. Mas eu não queria desistir, sabia que tinha potencial e precisava trabalhar nisso”, comenta Rodrigues, hoje com 34 anos.

Após fechar as duas empresas, Rodrigues se formou em administração. Sem emprego e dinheiro, decidiu se arriscar novamente no mundo do empreendedorismo. Fez sociedade com um amigo de infância, Guilherme Dias, que é biólogo, e criaram em 2011, a Foco Dedetizadora, uma empresa de controle de pragas. A empreitada deu certo, em pouco tempo, os sócios já realizavam serviços para companhias, condomínios, setor de alimentos e residências.

“Sabia que a jornada iria ser boa, mas que também seria bem difícil começar sem dinheiro. Investimos muito em vendas pela internet. Já tinha experiência em trabalhar com saúde e o fato de que além de biólogo, o Guilherme também é especialista em saúde ambiental, trouxe muita credibilidade e fôlego para nós tocarmos o negócio. Existem muitas empresas de dedetização em todo país, algumas grandes e reconhecidas pelas pessoas. Nosso objetivo é mostrar que o nosso serviço é tão eficiente quanto as oferecidas por companhias tradicionais” explica.

Mais preparado para as adversidades da vida empresarial, Rodrigues estava em busca de uma mentoria profissional, pois tinha em mente que chegaria uma crise financeira difícil no Brasil e decidiu se antecipar. Por meio do fundador, Leonardo Bortoletto, conheceu a Nação Empreendedora, comunidade para empresários. “Achei a iniciativa dele espetacular, eles conseguem ajudar o profissional a se reerguer e reinventar”, relembra.

Com a chegada da pandemia do novo coronavírus no Brasil, Rodrigues percebeu que a Foco Dedetizadora é um ótimo produto para situação atual. Foi atrás do setor público para firmar relações. O resultado foi impressionante, conseguiu uma parceria com três prefeituras de Minas e um contrato que equivale a 30% dos outros contratos da empresa.

“A primeira prefeitura que fechamos contrato, sozinha, resultou no valor de três faturamentos por mês. Com a alta demanda, contratamos 15 pessoas de imediato, também criei um plano de treinamento rápido - antes o operador precisava de 30 dias para começar a trabalhar, agora em cinco ele já está pronto para o serviço. Investimos no marketing digital com inbound, e-mail marketing, vídeos e divulgação nas redes sociais. Também criamos um produto para o distanciamento social, é um box que ensina a fazer a dedetização por conta própria, estamos vendendo pela internet para todo o Brasil”, conta o empresário.

Rodrigues já sabe qual o próximo passo após o fim da pandemia. Com filiais no sul de Minas e em Juiz de Fora, o empresário pretende agora expandir a Foco Dedetizadora em formato de franquias, dentro de um sistema rápido, barato e sem tanta burocracia.

“As primeiras unidades serão nas principais capitais do país. Os conselhos dos fundadores fluíram de uma forma muito natural para mim. Gosto de falar que ser mentorado não é demérito, mas sim algo sensacional. Aprender com quem chegou lá faz com que você chegue também, pois eles mostram todo o caminho a ser percorrido. Vi nos outros membros que existem pessoas boas no mundo, que torcem pelo nosso sucesso e ainda ajudam para que isso seja possível. Só tenho a agradecer a Nação”, finaliza.


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